sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Às vezes fazemos escolhas e às vezes são as escolhas da vida que nos escolhem*

[aqueles desabafos, em que nos revemos. Não nesta dor especifica, mas, noutras dores. Cada um de nós trava o seu próprio desafio. Também, pertenço ao grupo de pessoas que encara Setembro como começar um novo ciclo em certas áreas! Tão, tão bom ler este desabafo]
***

* "Depois de um período (longo) de costas voltadas para mim, de ter encontrado na dor da perda (a segunda perda) uma razão forte para encolher os ombros ao resto, para seguir em frente e ignorar todos os sinais, todos os pedidos que o meu corpo me fez, todas as campainhas de alerta que encontrei pelo caminho e que fingi não ouvir, páro apenas quando a vida põe à minha frente um enorme semáforo (saúde em risco) que não sai da cor vermelha. E é aí que somos mesmo forçados a parar e enfrentar. A olhar para dentro de nós. A deixar de usar a dor e o tempo e o resto do mundo, como "desculpa" para não sermos a nossa prioridade. A aceitar que (se calhar) precisamos de ajuda. E a agradecer quando a ajuda surge pela mão de quem nos quer bem. Começou ontem um novo ciclo. Começou ontem uma nova oportunidade que a vida me deu para voltar a fazer as pazes com uma parte de mim. Começa hoje a minha prova de fé, a vontade de provar a mim mesma que sou capaz. E de dizer, de peito aberto, a quem me lê, que acredito que as pessoas também podem inspirar os outros nas suas fragilidades. Afinal, somos todos tão parecidos nos medos, nas dúvidas, nas lutas e na certeza de que ninguém é perfeito, ninguém faz sempre tudo certo, nenhuma vida se pinta só de cor de rosa.Esta é a minha luta. (...)"

terça-feira, 21 de julho de 2015

Contar bençãos, colecionar alegrias

Gosto disto. Desta coisa simples que o Paizinho tanto insiste: contar bençãos. Nos últimos anos tenho aprendido a viver assim. Estilo de vida? Talvez! É uma opção de vida. Até porque, sou pessimista por natureza, por isso, é um contrariar o meu "Eu". É um alerta constante ao que de nada me edifica. Hoje, dou por mim, com um mural de gratidão na cozinha e, a cada dia, partilhar a Alegria, as alegrias, as bençãos diárias com o marido. Vou-me apercebendo que vamos celebrando o "por tudo e por nada". Mas, eu diria "por tudo e por tudo". Pode algo não ser tão relevante para mim, mas, se é para o marido, "bora lá" festejar. Hoje, foi com 1 carrinho mini porque ele faz 20 anos que tirou a carta de condução. É importante para ele e eu aprendo a vibrar com a sua alegria. É, também, minha a alegria.
Cada mês que passa os dias já passam a ser mais contados, Deus aconselha a contar-mos os nossos dias. Penso que, também, para sermos mais conscientes do que andamos a construir.... os dias passam a voar e, muitas vezes, nem nos apercebemos das coisas a corrigir, como, também, acabamos por ser rápidos a praticar a ingratidão.
Diz o marido que arranjo pretexto para comemorar tudo. Porque é o dia do namoro, dia que nos conhecemos, dias do casamento,... Gosto, gosto de sentir que cada dia é um motivo de gratidão. Motivos, são infinitos! :)

terça-feira, 14 de julho de 2015

1.º aniversário... nas Ilhas Cíes :)

{... casada! :)
Há sempre uma primeira vez para tudo. Quanto mais os anos passam, penso eu, mais vamos tendo consciência e desfrutando mais dessas primeiras vezes. 3.º ano em que passo com o "namorido". No 1.º fomos para norte, tão bom entre Caminha e V.N. Cerveira e ainda demos um salto a Espanha. No 2.º ano, como prometido no ano anterior, passamos o dia [com paragem obrigatória em Caminha e Cerveira... ahhh... estes lugares tão bons!] em Baiona (Espanha) - Amei! Este ano, rumamos às ilhas Cíes (em Baiona). Nota-se que já me sinto em casa, todos os anos, pela altura do meu aniversário? Lugar perfeito, verão, lugar quentinho, simpático, com uma costa tremenda e dias longooossss. Foi o meu 1.º ano casada, com outro sabor, com vontade imensa de festejar, sempre, sempre em família. Sou pessoa de família, de núcleos duros. É um presente que Deus me deu... perdido estava à uns longos anos atrás. Pensava que não voltava a ter este sentimento de pertença. Deus é Fiel. Dá-nos mais do que aquilo que sonhamos.}
1.º aniversário casada: saída de véspera ao final da tarde, chegada a Baiona pelas 20h locais, jantar num restaurante tranquilo e simpático (a nossa mariscada que tanto gostamos!) e uma mega caminhada pela marginal de Baiona. Tão, mas, tão bom!
6.ª feira, acordamos no hotel simpático, mesmo no centro. A minha primeira reação não foi lá muito simpática porque o tempo estava totalmente enevoado. Ainda pensei perguntar se podiamos adiar, mas, Deus sempre à frente dos meus pensamentos limitados, lá me disseram que não era possível. Lá fomos, de ferry-boat (+/- 45 minutos) até à ilha. Tempo cerrado e cinzento, pensei: "ohhh, com esta água tão cristalina porque está assim o tempo? Logo hoje!!!" Não faltou muito para perceber que Deus cuida e dá-nos o melhor para desfrutarmos de um dia benção, na totalidade. Ora, para fazermos a caminhada de uns 7km, montanha acima, até ao pico, impossível com temperaturas altas. Foi, assim, uma manhã tremenda. Tempo ameno que me ajudou imenso na caminhada. Amei.
Da parte da tarde, o tempo abriu, o sol visitou e passamos a tarde na praia e eu até dei um valente mergulho. Aquele mar chamava por mim. Ficamos na ilha desde 09.45 até às 19.45. Amei! Aproveitamos ao máximo! Regressamos, fomos jantar (a um restaurante onde já tínhamos estado numa outra viagem a Baiona) e já estávamos tão cansados que regressamos ao hotel. Com um banho e massagens, acordei no dia seguinte renovada.
Sábado, passamos manhã na "Praia América" - água agradável, caminhada pelo areal (uns 4km) e descanso. Para mim, anti-praia e friorenta e ainda complexada com corpo, penso que foi a primeira vez que desfrutei, sem complexos. Até fiz o pino na água! ahahah como uma criança, portanto, Feliz! Amei!!! Nada eu, entro, assim, num novo ano de vida, mais leve. Mais a desfrutar das bençãos que Deus me dá, no mais simples que posso ter.
Almoçamos por lá, umas tapas deliciosas (eu, a achar que era pouco, ficamos super "enfartados" :)), comemos um gelado e descansamos um pouco, num passadiço perto, igualmente bonito.
De volta a PT, passamos por Caminha (amo aquele lugar!), mas, ventoso, rumamos a casa. Chegamos pelas 19h30, sábado. Cansados, eu com os pés doridos senti-me feliz. Tão, tão feliz!
Passei por lugares conhecidos, conhecia as ilhas Cíes. Constato que voltar aos lugares que gostamos imenso, reforça e descobrimos coisas novas, sentimentos mais fortes, paz no coração. Tempo abençoado. Grata, meu Deus!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Alzeimer

Lydia Howland: Mom... Can you tell me what the story was about?
Dr. Alice Howland: ...Love!
Lydia Howland: That's right mom... It was about love.

Semanas antes do casamento, fomos entregar-lhes o convite (tem uma ligação com o Ti, em modo: "segundo pai - filho"). O pastor pega no convite e fixa o olhar no desenho, olhar que procura lembranças do noivo. Olhava para o convite, olhava para o Ti; olhava para o convite, olhava para o Ti... Assim, longos minutos. Sorriu... ahhh... como tem um sorriso terno. Já disse que ele tem alzeimer à uns 7/8 anos?! [Já está na fase: sem andar, emite sons...:(]. Mas, tenho a certeza que identificou o momento, a razão daquele convite. Tenho a certeza...!
Ontem, nova visita. A certa altura, mostramos-lhe as mãos com as alianças. Ele pegou na mão do Ti e na minha... fixou o olhar nas alianças... Olhou para o Ti e sorriu... voltou a olhar para as alianças e a olhar para mim e sorriu. Olhar terno, cheio de Amor. Tenho a certeza que a doença leva os pensamentos, mas, não leva os sentimentos que somam tudo o que se cultivou durante a vida com memória. O pastor é exemplo desta máxima de Amor.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Paciência

A paciência devia ser ensinada na escola. Como se fosse uma disciplina, uma Língua Portuguesa ou uma Matemática. Acredito mesmo que é tão (ou mais) importante saber ser paciente como saber de cor a tabuada do sete ou a conjugação certa do verbo ser. Saber ser paciente devia dar direito a um 20 para quem aprende a falar no tempo certo, a avançar no tempo certo, a escolher no tempo certo, a zangar-se no tempo certo, a amar no tempo certo, a proteger-se no tempo certo, a ouvir, a responder, a calar, a chorar, a doer e a desapegar... tudo, no tempo certo.
Porque quem aprende a ser paciente aprende, também a ser confiante. A ser seguro. A querer o bem. A plantar o bem. E a saber que (só assim) o resto vem.
E é por isso que associo paciência ao que é muito bom. E ao que gostamos e queremos muito. Associo a maturidade, a cabeça arejada, a vida-bem-resolvida, a paz e muito amor-próprio. Associo a tudo aquilo que ninguém ensina na escola e que se aprende (e recebe) apenas de quem já foi obrigado pela vida a olhar para os dias com sabedoria dentro.

As coisas podem ser sempre melhores. Tenhamos nós a dose certa de paciência para as saber esperar. [às 9]

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Quando somos afogados pelas circunstâncias de outros

"Parar ajuda-nos a pôr tudo em perspectiva. Parar ajuda-nos a respirar fundo, a ganhar fôlego e  tomar balanço. Parar é tudo o que precisamos fazer quando queremos decidir o que fazer a seguir. 
E mesmo quando existem estradas que temos de percorrer até ao fim, este caminho mais longo ajuda-nos a reequacionar todas as prioridades e a arrumar no lugar certo as urgências que podem esperar."

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Semana 21/53

1. O fim-de-semama - o 1.º cheio de eventos, em modo casada. Amei!
2. 2 meses de casamento :)
3. Work - patrões fora, de vez em quando, é sinónimo de leveza e rádio rfm.
4. Semana em modo cerejas!!!
5. Novamente, o mimo em modo - bacalhau cozido. Kindness!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

2 meses »♥«

[dizem que esta fase honeymoon passa, por isso, seaze it and make each day count!:)]
Tem sido uma viagem tão boa, tão abençoada. De coração cheio pelo que o casamento tem adicionado aos meus dias. A minha vida, em quase tudo, é como um relógio, cujos ponteiros andam ao contrário, ou, como a vida de Benjamim Button: de trás para a frente... do mais exigente para o mais leve, da turbulência para o mar calmo, do mar para o rio. Pelo menos, é o que concluo quando olho para trás. O casamento, tem sido um somatório de dias em que cada dia, para mim, bençãos, desafios, busca constante da presença de Deus. Acima de tudo, da procura de tudo que vem de Deus para o nosso casamento. Daí o desafio e descobertas maravilhosas. A dois é sempre mais fácil. Amor e Perdão andam de mãos dadas.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Dos eventos em família

Sábado, dia de casamento. Ir a um casamento em que não conheço os noivos é diferente. Faz parte deste 2 em 1 que o casamento trás. Sou tímida por natureza e nada confortável nestas idas a eventos desconhecidos. Passado o evento concluo, mais uma vez, que "não há motivo para preocupações...!". Convidados q.b., simpatia, descontracção, em família. Ambiente que se tornou familiar e, sem contar, com imensas gargalhadas! Gostei muito. Domingo, rumo à Vila para um encontro totalmente familiar, tão cozy. Tão bom! Terminei o domingo a comemorar o birth da minha mimosinha.
Foi o meu primeiro fim-de-semana em eventos, na categoria casada. E, soube-me tão bem. Grata, meu Deus por todos estes momentos que me estás a proporcionar.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

As voltas da vida no espaço de 1 ano

Arrepio-me ao olhar para o meu "à 1 ano atrás..." e trago à memória a Palavra do Paizinho "o Meu pensamento não é o teu pensamento...". Trago à memória a mudança [radical] que os passos de fé me trouxeram. Passos confiando no Amor e Segurança que Deus me transmite.
Da SNT para RNV. Na nova casa à 1 ano muitas têm sido as aprendizagens: conhecer a família, perceber que somos todos caixas-surpresas. Nessas surpresas que tanto desgastam por não me sentir preparada, surpreendida pelas pessoas (nem sempre pelos melhores motivos), pelo alcance que o ser-humano, às vezes, vai para obter algo. Aprender a gerir as emoções, a saber estar nas situações, a ouvir Deus no que me confunde. Perceber que ser frontal nem sempre é sinónimo de má educação. Às vezes, urge a frontalidade para evitar danos (interiores) maiores. Verbalizar o que não está bem, trás consigo uma leveza na alma que não tem preço. É assim na família de Cristo.
A propósito de umas escapadelas agendadas para os próximos meses dou por mim a pensar que no ano passado, sentia-me tão feliz por ter ido 1 diazinho, no meu birth para um lugar que gosto imenso. Voltar aos lugares onde fomos felizes - é um dos lemas de vida. Este ano, com a permissão de Deus, os dias vão-se estender, agora, casada tem outro sabor. Expectante!
À 1 ano, apesar de namorar, estava longe de planear casar-me este ano... Estávamos em oração, mas a realidade humana não nos deixava dar esse passo. Mas, o Espírito Santo vai trabalhando o nosso coração aos pouquinhos e quando menos esperamos, Acção, a fé exige acção. E, Setembro chegou com a marcação do Dia. Marcar, antes que a coragem se vá... Desde esse dia autêntica agitação aos nossos dias se deram. Confiança, perseverança, fé no Paizinho que age nas circunstâncias improváveis.
1 ano, às vezes, é suficiente para toda uma vida mudar. Nem sempre depende de nós. Mas, outras vezes... ai as outras vezes, preciosamente a dependerem da acção que temos ou não! Porque se não agirmos.. Se... poderia estar tudo, exactamente, como estava à 1 ano atrás.

[De volta] Semana 20/53

Não perdendo o hábito detalhado em apontar num caderno os meus motivos de gratidão - neste 2015, para variar, optei por enumerá-los desde 1 de Janeiro, num caderno - sinto ser, também, importante o registo que fazia por aqui: 5 motivos de Gratidão da semana. O acréscimo, é sempre no  caderno pessoal, mas, em traços gerais ao ler por aqui os 5 motivos, leva-me sempre aos tantos outros. Deus bom! Deus fiel!
1. Da Graça de Deus nos meus assuntos - quando sentimos que precisamos da graça sem medida do Paizinho nos assuntos que fogem ao nosso controle.
2. E, com o mesmo assunto, Deus traz-me alivio nas decisões a tomar. Não é desta a viagem a tão desejada viagem.
3. 4.ª feira - finalmente, já temos os nossos estudos devidamente programados. Gosto-gosto-gosto de sentir chegar a organização à vida de casada.
4. Saved by the sister (in law) - a generosidade benção da querida Isa em me emprestar um vestido (salva-me de despesas extras que não vêem mesmo a calhar!).
5. O aniversário do Sr. Ni - tremendo exemplo na minha vida.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Oh, como Ele me Ama!

E, pronto, ando em amor pegado com o Paizinho. Sinto-me infinitamente amada pelo Paizinho! Sabem, aquelas situações em que estão a aguardar um miminho de Deus, ou melhor, um mimão de Deus. Depois, comprometem-se com algo. Mais tarde, percebem: "Oh! my God, vai ser difícil corresponder dadas a situação actual. Preciso, novamente, da Graça do Paizinho sobre este assunto!" (Tipo: Ele dá-vos um mimo, mas, depois percebem que ainda precisam de outro mimo... ah!ah!ah!) E pronto, quando menos esperam são, novamente, agraciados! Como Ele me ama! Tão, mas, tão grata Paizinho! Ohhh... como me amas!!! [e, hoje, ainda é 2.ª feira! :)]
***
"O amor de Deus por mim deslumbra-me sempre. A Sua bondade, a Sua perfeição, o Seu cuidado diário, o Seu plano e os Seus caminhos insondáveis - tudo isso me deslumbra. O modo como as Suas contas sempre batem certas, por mais voltas que eu dê na vida; o Seu propósito eterno em mim;... e os segredos de Deus a meu respeito - tudo isso me deslumbra." (Clarisse Barros)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

How Difficulty Can Make You Better, Not Bitter

“Paul said to the centurion and the soldiers, ‘Unless these men stay with the ship, you cannot be saved.’” (Acts 27:31 NIV)
Life is not fair. You will have problems, difficulties, and hurts that will make you better or bitter. You will either grow up or give up. You’ll either become who God wants you to be or your heart will become hard. You have to decide how you are going to respond to the tough times in your life. How will you handle it?
When you go through those difficult times, what happens to you is not nearly as important as what happens in you. That’s what you take into eternity — not the circumstances but your character.
In Acts 27, we learn three ways you shouldn’t respond:
Don’t drift. “The ship was caught by the storm and could not head into the wind; so we gave way to it and were driven along” (Acts 27:15 NIV). The ship carrying Paul and other prisoners to Rome was in the middle of the Mediterranean and hadn’t seen the sun for 14 days, so they couldn’t get any bearings, and they started to drift. When they face difficulty, some people start drifting through life. They have no goal, purpose, ambition, or dream for their life. Today, we call this “coasting.” The problem with coasting is that you’re headed downhill. Life is not a coast. Life’s tough. Don’t lose your ambition or your dream just because life gets hard.
Don’t discard. “We took such a violent battering from the storm that the next day they began to throw the cargo overboard” (Acts 27:18). The men in charge needed to lighten the ship, so they threw the cargo overboard, then the tackle and the food. They were discarding things they needed because the storm was so tough. When you get in a storm and the stress gets unbearable, you tend to start abandoning values and relationships you would not let go of in better times. You say, “I’m giving up on my marriage. I’m giving up on my dream to go to college.” God says, “Stay with the ship!” Have you done that in your marriage? Have you said, “Divorce is not an option for us. We’re going to make it work.” If you haven’t, you’ll always be tempted to walk out. If you don’t throw away the key, you’ll never develop the character God wants you to have. God can change situations and personalities. He can change you. But he won’t if you’re always abandoning ship! I’ve learned from personal experience that it is never God’s will to run from a difficult situation. God wants you to learn, grow, and develop. Stick with it.
Don’t despair. “We finally gave up all hope of being saved” (Acts 27:20). After 14 days in total darkness and after giving up their cargo, tackle, and food, the passengers finally give up hope. But they’d forgotten one thing: Even in a storm, God is in control. He hasn’t left you. You may not feel him, but if you feel far from God, guess who moved? God is with you in the storm, and he’ll help you through it. He is testing you to see if you’ll trust him. Will you pass the test? (here)

Gratidão »♥«

é o olhar para o que não tem preço que enriquece o meus dias e me faz estar (cada vez mais) atenta ao modo como Deus me ama: é o postal que alguém recebe a propósito do nosso Dia, é o aproveitar a minha hora de almoço para inspirar e desfrutar do jardim, são os assuntos pendentes que Deus cuida sem eu perceber, é o cuidado do marido para com a minha saúde, é aos poucos retomar aos hábitos importantes semanais, são os miminho da spal, é conseguir terminar de agradecer pelo tanto que nos enche o coração, é aprender sobre hospitalidade (uau, família Salgado!)... é viajar no tempo, ao que tanto está guardado no meu coração e surge, em modo, bacalhau cozido... tão simples quanto isto! e nunca terei palavras para agradecer este gesto... thanks d. Bi, amei este miminho! E, é saber que tudo isto tem o toque especial do Paizinho. Tão, tão grata. Sinto-me tão amada! »♥«
[foto da net]

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O que (não) quero

Das constâncias que permanecem há uma que é fio condutor: saber muito bem o que não quero (ser). Ter a certeza absoluta que com tempo, paciência e uma dose generosa de resiliência, tudo cai no sítio certo. E que a vida, a mesma que não pede autorização para mudar o rumo dos dias, a que nos obriga a manter muito claro o conceito de adaptabilidade, ensina, a quem quer aprender, que todos os dias temos à nossa frente duas escolhas:
- ficar no «conforto» da lamentação de tudo o que não somos ou não temos;
- ou encher o peito do ar que aprendemos a renovar, arregaçar as mangas, olhar para O novo plano e introduzir novas coordenadas no nosso gps. [aqui]

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Dos capítulos que se fecham

"Não dar passos sem deixar questões resolvidas. Aprender a não deixar pontas soltas, portas por fechar e janelas abertas quando é inverno lá fora. Ninguém diz que é fácil. Ninguém pode dizer. Porque não é nada fácil fazer este exercício. Não é nada simples manter esta disciplina interior. 
Às vezes, arrastamos o ponto final sabendo que aquela vírgula, aquelas reticências, aquele ponto e vírgula já não cabe. Às vezes, custa dizer não porque ainda pensamos mais nos outros (e no que os outros vão pensar ou sentir) do que em nós e em tudo aquilo que pensamos e sentimos." [aqui]
***
A propósito de um capítulo que se fechou em 2014.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Gratidão pela semana 12 de 2015 »♥«

O mês de Abril foi (na Invicta), literalmente: "abril, águas mil".
É-me inevitável recuar à minha semana 12 de 2015. À medida que os dias vão passando, vou-me apercebendo de um ou outro pormenor no qual me senti agraciada. Mas, dizia eu que o mês de Abril foi chuvoso por estes lados e, estes últimos dias, um autêntico temporal. Dá-me a sensação que o Paizinho fez uma pausa na contagem dos dias de frio, chuva e vento para nos presentear com aquela semana tão deliciosa. Pensamos que controlamos algumas coisas na vida. Percebi muito cedo que não é bem assim. Mas, se há coisas que até depende de nós, há outras que não o podemos fazer - de todo! O tempo é um deles. A meteorologia. Volta e meia lá vamos aos sites para ver como estará o tempo, mas, há momentos em que dependemos totalmente do estado (de ânimo) do tempo para que um evento brilhe. A minha semana 12 foi exemplo disso. Uma semana em que me senti um tesouro sem peso nem medida para o Paizinho!
Tão, mas, tão grata por ser assim para Ele. Agraciou-me, na totalidade (já registado para nunca esquecer o poder do Seu Amor), mas, estes dias e no mês de Abril não podia esquecer este tão infinito pormenor - o tempo que não é meu. Presente tão, mas, tão bom de Deus para mim. De coração cheio!!!

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Abril - o mês de adaptação

Voou! Nem dei pelos dias passarem. Primeiro mês completo, com uma vida diferente - a 2. Adaptação, adaptação, adaptação - casa nova (provisória), ambiente novo, hábitos novos, tarefas novas, família nova - tentar perceber esta mecânica a dois, em que já não vivo mais só para mim, mas, também, para o marido. É um desafio diário. Ouvir a voz de Deus, para permanecer sempre neste Amor que o casamento me trouxe. Pareço uma criança surpreendida com estes novos dias que o casamento trás. Permanecer, é o grande desafio que aceito com toda Gratidão. Gosto imenso de sentir que a cada dia busco ser melhor para Deus, para o meu marido e, inevitavelmente, para mim. Caminhar rumo ao Alvo foi sempre o propósito. A dois é, sem dúvida, muito melhor.
Também, um mês, "Abril, águas mil!"... depois do casamento, ainda tivemos uns diazitos amenos, mas, a temperatura desceu e o norte teve um Abril chuvoso e friorento.
Foi um mês com novidades implícitas, daí ter sido especial, claro! Mês em que fui surpreendida, mais uma vez, pelo comportamento de terceiros, mas, é muito bom ter alguém com quem dividir o fardo... Mês, em que mudei o meu CC e, oficialmente, com novo nome e outro estado civil. Mês, em que o meu caderno de Gratidão, sofreu algumas falhas (fruto da adaptação), mas, estes últimos dias já consegui estabilizar este meu registo que tanto me edifica - registo diário da fidelidade de Deus.
Maio, encaro cheia de ânimo e expectante pelo que Deus tem para nós. Gosto imenso do mês 5 - mês longo que permite (também, ajuda os dias quentinhos que entram em força) crescer saboreando cada instante, com tempo para os tropeços e reerguer, cimentar propósitos, limar arestas. A par de Janeiro (por ser o mês 1) e Setembro (last chance to be better), Maio, é o mês que utilizo para limar as arestas da minha vida. Let's do it.. with Love!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Do tempo

"O que me (e nos) falta tantas vezes, é tempo para recuar. Tempo para medir. Tempo para ponderar. Tempo para cuidar. Tempo para despojar a razão e o coração. Tempo para «arrumar» a casa e conhecer melhor tudo o que vive do lado de dentro. Tempo para ter a coragem de por-nos, uma e outra vez, «a zeros com a vida»." [às 9]

terça-feira, 28 de abril de 2015

Da aventura CC #2

Hoje, de manhã, fui levantar o meu CC com novo nome e estado civil. Olhei e trouxe à memória a minha caminhada desde o dia que nasci...
Não tenho memória dos meus primeiros anos de vida, muito menos, de quem me faça lembrar dos, pelo menos, primeiros 2 anos de vida. E, tal como olho para o meu novo CC, também, olhei para a minha cédula de nascimento e anteriores BI's que dizem que já tive outros nomes (sim, para além dos últimos, também, já tive um outro 1.º nome!). Outras identificações, outros caminhos, outras circunstâncias não escolhidas por mim. Deus sabia, desde o ventre da minha mãe qual seria o meu caminho. Um caminho que à partida não seria escolhido nem aceite por mim, se Ele me tivesse informado, lá no ventre da minha mãe de como seria, pelo menos, uma parte dos meus primeiros anos.
A 20 de Março, comecei um novo caminho, aceitei, de forma consciência, com memórias vivas, um novo caminho com o meu marido. Também este, à uns atrás, diria não ser possível viver este estado. Mesmo o Paizinho sussurrando vezes sem conta esta verdade que vivo hoje.
Hoje, ao olhar para o meu novo CC percebi que os nossos caminhos, muitas vezes a medo, são limitados. Deus, quer-nos em vôos mais altos, caminhos mais amplos a fim de alcançar novas vidas através da nossa vida. E, quanto aos pensamentos, longe-longe de pensar, idealizar o que vivo hoje.
Tão grata, Paizinho por nunca desistires de mim, de insistires todos os dias em entranhares em mim os Teus pensamentos e o Teu caminho!
***
“Pois os meus pensamentos não são os pensamentos de vocês, nem os seus caminhos são os meus caminhos”, declara o Senhor" (Isaías 55:8)

Da aventura CC

Antes de sairmos de casa, lá estou eu nas orientações: "não te esqueças disto.. daquilo...". Chegamos ao CC, tiramos a senha e penso: "que bom: 9:08! Vamos ser atendidos de imediato!" Vasculho, no meu saco, o documento para levantar o meu cartão... Lembro-me rápido que o deixei, na noite anterior, em cima da mesa, dentro da agenda... Ups!
O marido, até podia ter tido uma reacção semelhante à que eu teria se a situação tivesse sido com ele. Mas, deu-me uma tremenda lição de compreensão, domínio próprio, respeito na falha do próximo.
Eu, engulo, com o coração cheio de Gratidão pelo marido que Deus me deu. Aprendo sobre esta caracteristica que eu não tenho, mas, ele tem... Quero ser, também, assim, Ti! LuTi! 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Aprendizagens

Com tempo e no Seu Tempo, vou compreendendo, assimilando, entranhando e praticando que, às vezes, dizer "não" faz parte deste limar das arestas e do meu carácter. A inocência (ou, ignorância), as atitudes soft vão, aos poucos, dando lugar à maturidade que as circunstâncias exigem. Demanda-se sair da zona de conforto, um passo em frente, um passo de cada vez. Perceber que fronteiras devem ser construídas. Não para nos distanciarmos, mas, para nos proteger-mos. Porque se não prestarmos atenção, quando percebermos somos sugados pelas pessoas que agem, não nos querendo mal (creio!), mas, comportando-se com finalidades duvidosas. Dizer "não" pelo amor-próprio, para minha protecção e das minhas pessoas.
Na altura em que dizia "sim", as consequências eram desastrosas (não para os outros, sempre para mim). Hoje, entendo que o "não" é dizer "sim" ao que quero construir com Deus e comigo própria. Auto-estima. Saber, sentir que as decisões que toma, têm como base o que Deus me vai sussurrando aos meus ouvidos e não o que outros me tentam incutir. Já fui assim: medo de magoar, de não ser aceite. A vida e a idade e, até mesmo a minha situação de vida actual são o motor para a firmeza nas decisões a tomar. Estou certa e segura em quem tenho crido. Em quem tão bem me orienta. Em quem confio. E, Paz, é sempre o melhor Árbitro nas decisões :)  

terça-feira, 21 de abril de 2015

Grateful »♥« Monday [II]

depois do trabalho, demos um longo passeio à beira-mar (tão bom inspirar este ar puro, depois de um dia no escritório!); jantarada no shop, seguido de cine "A promessa de uma vida". um dia tão simples, mas, tão cheio de Gratidão! Mais do que as datas, são os momentos que ficam gravados no coração!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Grateful »♥« Monday

2.ª feira: *um senhor que nos oferece um ticket do estacionamento *no atendimento, para a renovação do cc, somos os primeiros a ser atendidos num serviço, mas, por falta de documentos, a senhora trata-nos dos cc (poupamos umas 4 pessoas à nossa frente!) *a simpatia ao pequeno-almoço *no office, a compreensão da chefe para resolver os assuntos burocráticos *rápido preenchimento do IRS *os emails da famelga com partilha das peripécias da noquinhas *passeio à hora de almoço...
E, isto tudo, da parte da manhã! Coração grato, Paizinho, por estes momentos de felicidade que fazem do meu dia Feliz. Parar e saborear. E, agradecer, sempre!

1 mês [19/20.03.15]

Para mim, a nossa caminhada a 2 começa no dia do casamento civil. Quando assumo o compromisso juridicamente, também, o assumo perante o Paizinho: que o meu sim seja "sim-sim..." Interligam-se - sem o dia 19, não existe o dia 20. Aprendo, pela Palavra, esta importância nos meus dias e, assim, me oriento nas escolhas que faço. O dia 20, é a tal manifestação pública (como o baptismo) de uma decisão à muito tomada. Neste dia, celebramos este passo que mudou as nossas vidas.
Tendo como base 1 mês a dois, 24h por dia, só posso dizer: "uau!": tantas opiniões por aqui e por ali, ideias pré-concebidas sobre esta viagem "tardia", dos vícios que trazemos, das lacunas, do sem-fim de conselhos. Mas, tal como nos preparativos do casamento, em muito pouco vejo/sinto semelhanças às vivências dos outros. Concluo que (mais uma vez!) cada vida é uma vida, cada um é único e especial para o Paizinho.
Mas, o único que nunca falha e me surpreende tanto-tanto-tanto, é mesmo o Paizinho. Fiel, cheio de Amor por mim - dá-me o que nunca imaginei. Tem sido uma viagem bonita, saboreada com calma (como gosto), com tempo para desfrutar (até nos pontos mais desafiantes que o casamento trás consigo). Ahhh.. tempo! Percebo que é o saborear do tempo, com imensa Gratidão, que trás vida aos nossos dias. Estes 30 dias voaram (sendo metade lua-com-mel). Por isso, só consigo basear-me em 15 dias reais (5 deles, os mais desafiantes) - encaixe nesta mudança de rotina diária, de metas diárias, da busca do tal equilíbrio entre o trabalho, vida doméstica, eu-ele, nós-Deus.
E, mesmo assim, ainda tenho que corrigir: a nossa caminhada não começou no dia 19 ou 20 de Março, mas, lá atrás, em Novembro 2012 (com o namoro), ou, melhor, em Setembro 2009 (com o inicio da amizade). Sim, porque Deus trabalha as nossas vidas, lima arestas, cimenta vidas, alicerces. Em tudo, com propósito, muito antes dei imaginarmos ser possível. Às vezes, a vivermos outras histórias, outros percursos. À quase 6 anos, Deus apresentou-nos. Desde esse Setembro, começamos uma amizade única, com este amor à mistura, por tempo indeterminado:)

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Dos que entram no nosso refúgio #2

Desabafava aqui no que diz respeito à entrada de outros no nosso refúgio. Deste esse Setembro/14 muito aprendi no que toca a esta área tão sensível - os limites (ou não!) a questões pessoais, quem o deve fazer, é intromissão (ou não!),... um conjunto de questões que tenho vindo a falar com o Paizinho... porque é importante percebermos qual o grau e foco de interesse dos outros nas mais diversas áreas da nossa vida. Cada um é diferente, especial, único. Cada pessoa tem um entendimento próprio sobre esta questão. Uns deixam entrar, outros, nem por isso. Uns são mais permeáveis, outros levam a mal.
Este último fim-de-semana, passei por outra "aula". O resultado penso que foi um somatório do que na realidade sou, do que é, para mim, privacidade ou refúgio. Deparamo-nos aí com com a necessidade de sermos sinceros, às vezes, duramente sinceros. Porque, no final, sabemos que não ficaremos com o coração em paz. Remoemos por muito mais tempo. Aprendi, nesse dia que mais vale uns minutos de sincera dureza do que dias (ou, meses, como já me aconteceu anteriormente!) de inquietação e falta de paz.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

3 meses de 2015

De Janeiro a Março, digamos que a mudança foi radical. Encarar o desafio do casamento que Deus propõe é algo tremendo. Passo de fé que se dá, com a certeza que cada dia será debaixo da Graça de Deus.
A 20 de Março 2015, comecei uma caminhada 3 em 1 - Eu, o Ti e o Paizinho. Desde os preparativos, a máxima que ouvia era: "ah, deves estar com muitas coisas para fazer, tantos detalhes em que pensar", "deves estar a mil, ou, muito nervosa!". Pois, como só eu, traço da minha personalidade, creio, em nada me macei, no que diz respeito aos preparativos:
*o vestido foi "amor à primeira vista", algures em Janeiro (a menos de 3 meses, portanto). Sem querer gastar muito (questão financeira aliada ao absurdo de preços!), para além de ter conseguido um vestido lindo-lindo (aos meus olhos, claro!), pode ser transformado!!! [Yeahhh!!!].
*O lugar estava escolhido - prático e simples (em casa da minha Dinda) - cerimónia e copo de água no mesmo lugar! Desde o catering, decoração e DJ, em nada tive de me preocupar e confiei totalmente nesta equipa maravilhosa (ajudou já os ter visto, em outro casamento, claro!).
*Os convites, também não me preocupei com design. Foi o avô do marido que fez, no alto dos seus 90 anos. Uma relíquia que não tem preço, portanto! Do coração. Sempre, com o coração. Em tudo há um propósito e a verdade é que hoje, o avô Kuki já não estaria com saúde para fazer o convite. Ahhh... o tempo de Deus que não entendemos.
*Da cerimónia, mais benção seria impossível. Uma mensagem que impacta, um louvor do coração, com participações de coração. Não pensei em nada, foi tudo surgindo do coração de Deus. Sabem, aqueles mimos que nem sabemos possível, ou, temos medo de pedir de tão ambiciosos parecerem. Mas, cá tenho o meu Deus que conhece o meu coração melhor que eu e me diz: "é para ti, desfruta!" Do coração, com Amor.
*Ahhh, e o tempo? Os senhores do meteo diziam que iria chover, outros diziam que iria estar muito frio, enfim, prognósticos que me fizeram consultar o os sites internacionais vezes sem conta. Resultado: um dia maravilhoso (que começou com o eclipse total do sol)! Tão, mas, tão quentinho. Atípico para o clima habitual à beira-mar.
Não tinha expectativas elevadas, só queria algo simples, familiar, até porque tanto eu como o marido somos tímidos e não gostamos muito desta coisa de ser o centro das atenções (mas, por acaso, até nos sentimos confortáveis no papel principal! vá, a única coisa que os entendidos acertaram!).
Concluo, portanto, que cada pessoa é única, com ideias muito pessoais do dia do casamento. A única coisa que, na minha opinião, faz toda a diferença e ajuda imenso a que os preparativos sejam certeiros é: Deus todos os dias no comando de cada detalhe e rodeados das pessoas que mais nos amam - família próxima - serão elas que, com empenho verdadeiro e genuíno nos ajudarão. Aliás, tomarão as rédeas e nem nos preocuparemos mais. Detalhes nos quais não pensamos e nem conhecemos, deixamos nas mãos das pessoas especiais. Sentir-se-ão tão honradas que farão o melhor. No meu caso, vi isso acontecer. Oh, tão bom!
Mas, falava eu dos 3 primeiros meses do ano. Não se centraram no casamento. Centraram-se na aprendizagem da confiança em Deus no meio da tribulação. Confiar que Deus é Amor e não deixa que nada de mal aconteça aos Seus filhos. Das maiores lições aprendidas, gravadas no meu coração. Enquanto viver, será impossível esquecer quão Grande Deus é nas situações mais improváveis.
A lua-de-mel, foi um sonho. Também, longe do contexto que muitos gostariam (talvez, numa ilha paradisíaca). Fomos pela Costa Vicentina fora, Algarve e subimos pelo Alqueva, Moura e Évora. Tão, mas, tão linda esta viagem. Amei. Amei e Amei.
A Deus a Glória. A Deus estou grata pelo dia em que demos um passo de Fé. Sem estar numa situação perfeita, levou-nos a um dia perfeito. Quase a 3 semanas de casada, só posso dizer que até aqui nos ajudou o Senhor. Cada dia, tem sido melhor. [Mas, claro, isso sou eu a dizer, porque os entendidos dizem que são palavras de principiante;)]

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Do awake-call à confirmação

Foi uma caminhada, não muito fácil interiormente. Será que... será que... uns diziam que era erro, outro, que o problema era meu: falta de qualquer coisa... Pois, eu confiei no que Deus me vem ensinando, orientando ao longo da vida. Para mim, não para os outros. Para mim, para a minha personalidade que Ele ama tal e qual é.
Disse eu: E, olho para trás e sei que este foi o caminho mais abençoado. Mais exigente, também. Exige resiliência, muita fé na certeza do caminho escolhido, mas este é melhor sabor. Começar tudo de novo. Saber e sentir que deixo de escolher os caminhos porque outros dizem, mas porque o Paizinho me sopra ao coração. Molda o meu carácter, lima as arestas e coloca-me no centro da Sua vontade.
Estas últimas semanas, confirmei que esta exigência tinha um motivo. Não era fruto da minha imaginação. Às vezes, querem-nos fazer crer que é, mas, se tentamos aprender a ouvir a Voz de Deus, esse discurso directo, falará sempre mais alto. E fala! Percebemos que a escolha de um caminho, às vezes, é o mais acertado. E, quando o caminho dos envolvidos leva outro rumo, então aí, percebemos que a nossa escolha foi a acertada.
Ao dar uma vista-de-olhos rápido para este ano (neste assunto, em particular), creio que no inicio do ano, muitos (dos envolvidos) não estavam a contar que o final do ano fosse este que estamos a viver. Um pouco assustador. Fazemos planos, temos sonhos, propósitos, metas. Até escrevemos no caderno de sonhos, apontamos no diário o que gostaríamos concretizar até ao final do ano. Creio que muitos, não incluiriam muito do que vivem em Dezembro. Positivo ou negativo, é sempre reflexo das escolhas que fazemos.
No meio do vendaval, o meu coração regozija-se por aprender a ouvir a Voz de Deus.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

"maybe we should be much more afraid of comfort zones. Frogs have died that way."

What if we are all only afraid because we’ve settled for being comfortable? What if we are all only afraid when where we’ve settled is not where the Comforter is — because where the Comforter meets you isprecisely when you are outside of your comfort zone?
More than being afraid of a dangerous world, maybe we should be much more afraid of comfort zones. Frogs have died that way. 
What if we all were more afraid of comfort zones because this more than possible: 
What if every comfort zone — is just a death trap? 

It can happen when you’re looking out at a field of wheat, looking out a window on an August morning: 
When you’re tired enough of the news, you can go make news of your own — that tells of Good News. 
When you’re tired enough of your comfort zone — you can start living in the dangerously alive zone. 
When you’re tired enough of listening to all the talking heads, you can listen to the One who speaks to your soul. The One Who calls you to freedom of the expanse outside of comfort zones, to give yourself away and not be afraid. Life is too short to miss out on the harvest opportunity for which God has specifically blessed you for in the first place. 

Because there is nothing worth having inside the gate when you’ve got sisters losing everything outside the gate.

Because you could do this: Every day you can do one thing that you wish you could do for every one. You can’t be a world changer until you serve. And you can’t serve until you break free of your comfort zone. 

God asks you to look into the bucket of blessed seeds you’ve been given — and ask your heart how much you’d like to be part of a harvest. 

[fonte: aqui]

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Goals and changes

It is so easy to begin to expect to see results from everythingalmost immediately. More and more and more of our lives are becoming instantaneous, where we have a need or a thought or a desire and it can be met with a click or a text or a phone call.
Because of that, things that don’t provide instant response and satisfaction become harder and harder to deal with.
We can’t blink our eyes and find that our debts have vanished. We can’t simply flip a switch and have an ideal body shape. We can’t click a few times and have a strong and lasting relationship with someone. We can’t dream of a productive business or a self-employment gig and then suddenly see it appear in front of us.
Many of life’s most important and challenging goals require a slow and steady approach that runs counter to the “instant” nature of most of our lives.
Because of that, we become impatient. Sometimes, we’re tempted by the easy and quick routes. 
At other times, we throw our hands up in frustration. We walk away from a debt repayment plan or a diet, grumbling about how it won’t work and how the deck is stacked against you. We fall back into old routines. All of these problems boil down to one thing, one big mis-step that we often make when chasing goals that require a slow and steady approach. At the end of a day of effort, we look for the wrong results. Rather than looking at the accomplishment of the steps we’ve taken that day, we instead look at how we haven’t achieved the big goal we’ve set for ourselves. Rather than taking pride on all of the effort and good choices we’ve made, we instead look at the distance we still have to go.
The key to success is to look at the success of today and the things we managed to complete. If you want change in your life, figure out a plan for getting there and break it down into steps you can take each day.After that, the only thing you should take pride in – or feel failure with – is the success or failure of today’s steps. Nothing else really matters.
If you want change in your life, figure out a plan for getting there and break it down into steps you can take each day.After that, the only thing you should take pride in – or feel failure with – is the success or failure of today’s steps. Nothing else really matters.
If you succeed at today’s steps, you’re heading in the right direction and you will achieve your goals. It’s inevitable.
If you fail at today’s steps, you’re heading in the wrong direction and you will not achieve your goals. That’s also inevitable.
If you make your daily goal, you should feel really good about it, not just because it pushes you toward your big goal, but because you woke up that morning, defined a goal for yourself for the day, and you achieved it. Slow and steady wins the race, but our mind wants instant returns. By focusing on today, you can keep your mind happy and also win the long race.