Foi uma caminhada, não muito fácil interiormente. Será que... será que... uns diziam que era erro, outro, que o problema era meu: falta de qualquer coisa... Pois, eu confiei no que Deus me vem ensinando, orientando ao longo da vida. Para mim, não para os outros. Para mim, para a minha personalidade que Ele ama tal e qual é.
Disse eu: E, olho para trás e sei que este foi o caminho mais abençoado. Mais exigente, também. Exige resiliência, muita fé na certeza do caminho escolhido, mas este é melhor sabor. Começar tudo de novo. Saber e sentir que deixo de escolher os caminhos porque outros dizem, mas porque o Paizinho me sopra ao coração. Molda o meu carácter, lima as arestas e coloca-me no centro da Sua vontade.
Estas últimas semanas, confirmei que esta exigência tinha um motivo. Não era fruto da minha imaginação. Às vezes, querem-nos fazer crer que é, mas, se tentamos aprender a ouvir a Voz de Deus, esse discurso directo, falará sempre mais alto. E fala! Percebemos que a escolha de um caminho, às vezes, é o mais acertado. E, quando o caminho dos envolvidos leva outro rumo, então aí, percebemos que a nossa escolha foi a acertada.
Ao dar uma vista-de-olhos rápido para este ano (neste assunto, em particular), creio que no inicio do ano, muitos (dos envolvidos) não estavam a contar que o final do ano fosse este que estamos a viver. Um pouco assustador. Fazemos planos, temos sonhos, propósitos, metas. Até escrevemos no caderno de sonhos, apontamos no diário o que gostaríamos concretizar até ao final do ano. Creio que muitos, não incluiriam muito do que vivem em Dezembro. Positivo ou negativo, é sempre reflexo das escolhas que fazemos.
No meio do vendaval, o meu coração regozija-se por aprender a ouvir a Voz de Deus.
Ao dar uma vista-de-olhos rápido para este ano (neste assunto, em particular), creio que no inicio do ano, muitos (dos envolvidos) não estavam a contar que o final do ano fosse este que estamos a viver. Um pouco assustador. Fazemos planos, temos sonhos, propósitos, metas. Até escrevemos no caderno de sonhos, apontamos no diário o que gostaríamos concretizar até ao final do ano. Creio que muitos, não incluiriam muito do que vivem em Dezembro. Positivo ou negativo, é sempre reflexo das escolhas que fazemos.
No meio do vendaval, o meu coração regozija-se por aprender a ouvir a Voz de Deus.










