A vida nunca mais será a mesma. Quando a nossa vida é interrompida (tão abruptamente) nunca mais é a mesma. Aquele percurso antes da interrupção não é retomado, não tem como. A vida quando é interrompida, das mais diversas formas, nunca mais volta ao seu curso idealizado e muitas vezes pré-definido. Depois, seguimos atalhos, muitos deles influenciados pelas circunstâncias e pessoas que se vão cruzando no caminho. Mas, chegamos a um ponto crucial: aquele em que identificamos a mão de Deus, o colo do Paizinho. Aí, não, não voltarmos ao mesmo caminho, voltamos a um caminho mais forte, mais sólido, mais cheio de Amor, mais cheio de Testemunho de Vida. A saudade, o vazio vai-nos bater à porta muitas vezes (e é bom que assim seja, para nunca nos esquecermos da essência, do que é relevante e importante). Voltamos, às vezes, ao ponto onde ficamos e aí depende do modo como vemos esse novo caminho, essa nova oportunidade de sermos mais, de justificarmos esse Amor tremendo que Deus nos dá. Somos uns privilegiados. Podemos dizer que tivemos uma segunda (ou mais...) oportunidade no percurso da vida. Oportunidade para nos conhecermos melhor, saber de que fibra somos feitos. Mais além: conhecermos Deus. Aquele privilégio que só cabe a alguns. Àqueles cujas vidas foram interrompidas e transformadas para sempre... Irrompemos em Fé porque somos corajosos, não tememos e não nos espantamos porque sabemos que Deus é connosco por onde andamos.
Mas, voltando ao ponto da interrupção: por enquanto, neste especial Nonô (aqueles que perdem quem tanto amam), é suficiente pedir a Deus mais fôlego para respirar... há momentos que clamar por fôlego é suficiente. Muitas vezes é o tudo.

















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