sexta-feira, 2 de maio de 2014

O Feriado, ou, como começar o mês 5 em modo Gratidão!

Começo o dia a tomar o meu pequeno-almoço favorito (meia de leite + pão torrado) - este simple breakfast teve um sabor especial, tendo em conta os dias anteriores em modo efeitos secundários provocados pela medicação. Sigo o dia para atacar. Com a sister pouco fizemos de trabalho, mas, muito fizemos pelos sonhos que navegam nos nossos corações. Almoçamos e na caminhada colocamos em palavras a consistência dos nossos sonhos. Foi muito bom!
A parte da tarde foi na companhia da famelga e no passeio à beira mar com a doce Nocas que está de "férias", em casa dos "bobos". Correr, desfrutar da paisagem, apreciar as bicicletas com as minies, os triciclos, as trotinetes, correr e cair na relva e perceber que não se magoa. Tão doce! Aproxima a família e dá-lhe o cansaço natural para dormir melhor à noite.
Este 1.º dia de Maio arrancou em modo Gratidão se percebo que é imperativo correr atrás desses momentos, apreciar, beber e desfrutar do melhor que o Paizinho coloca ao meu dispor.
Vou descobrindo que os melhores momentos são grátis e surgem da palavra Amor.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

April [FB Off] #2

Comecei esta viagem a 1 de Março. Era suposto ser um break por 1 mês... mas, passados 2 meses, sinto-me tão, mas, tão livre!
Gratidão a Deus por esta decisão. Uma escolha que deixa a minha vida muito mais cheia de vida. 

April [close chapters] #1

Foi um mês em que senti a Mão do Paizinho no Seu infinito Amor. Ajudou-me a fechar um ciclo de um modo tremendo, tal como Ele sabe o quanto eu amo: com sinceridade, com carinho, com leveza. Com transparência. De bem com o Paizinho, com o meu próximo e comigo. Ahhh... não estava a contar com este modo doce com que Ele tratou deste assunto que tanto me melindrava. Não sabia muito bem por onde começar, se conseguiria usar as palavras certas, as palavras do meu coração, sem magoar. Sem magoar e ao mesmo tempo ser transparente. Às vezes, parece tarefa difícil. E seria se não estivesse debaixo do Amor de Deus e debaixo de oração. Tentar, com a sabedoria que vem dEle utilizar os momentos e palavras que têm como finalidade explicar uma vontade de mudança.
Surpreendeu-me, mais uma vez. O Paizinho foi tão amoroso neste assunto, trouxe até mim os momentos certos e a boa disposição das pessoas para ouvir. Tudo cooperou para o bem. E, não há mesmo nada que pague a paz de espírito, saber que fecho um capítulo tão mais leve. É incrível que até vi conversas impensáveis acontecerem. Tão bom! E, lá vem a leveza no coração. Tudo tão harmonioso, tudo tão correcto como eu gosto que seja nos assuntos dEle.
Saí com certeza que sou muito amada pelo Paizinho, que o caminho que trilho, no meu relacionamento com o meu próximo é este. Ainda muito a limar, é certo, mas, certa que o interior está na estrada correcta. Saí com a confirmação que o incómodo sentido, também, é partilhado e a mudança está a dar-se. Gratidão, Paizinho, por este mês de ciclo fechado. 

Medicação e os efeitos secundários

Ontem, pensei aguentar com duas doses da medicação. A meio da tarde, comecei a sentir os efeitos secundários. Eu sabia que a medicação era forte... facilitei tal a vontade de melhorar. Típico meu. Querer acelerar o que está a ir tão bem no ritmo mais suave. Nem sempre os resultados são evidentes à primeira vista. Às vezes, é na esfera invisível (aos meus olhos) que a acção de Deus se manifesta. Só mais tarde, quando me é permitido ver os resultados é que percebo o quanto Deus fez na esfera invisível. Quero tudo para ontem e nem sempre corre bem a "ajuda" que tento dar a Deus. Mesmo assim, Deus na Sua infinita paciência e Amor cuida de mim de um modo tremendo. Ontem, mais uma vez, senti esta verdade com a minha saúde. E, poderia estar a falar, também, de outras áreas da minha vida. Gratidão, Paizinho!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Long blessed weekend ♥

The beautiful place where we live out our days, breathe in the fresh air, and do all of the things that make our heart sing. Where we can speak how we please, and be whatever we choose. A place where we can live harmoniously in a peaceful nation. We have liberty, freedom and endless opportunities. [aqui]
Fim-de-semana a viver Gratidão, a viver as bençãos que Deus me dá. Olho muito rápido para o passado e, às vezes, nem acredito que Deus, o meu Paizinho, é também, um Deus de milagres. É Ele capaz de restaurar, sarar, transformar e fazer a minha vida voltar a Sorrir. Com toda vontade, com toda Felicidade. Nem sempre pensei ser possível, mas, é. Vivo esse Milagre e desfruto esta benção constante que Deus derrama na minha vida a cada momento.
Este fim-de-semana, prolongado, foi exemplo deste Milagre: *um dia com a família do gôdo (em dia de greve do bus - 25 Abril - gratidão máxima pela rapidez com que apanhei bus+metro); *outro dia a ver a cantata e terminar o dia em lanche delicioso (cevada e pão quentinho com manteiga, na cozinha que aconchega o coração!); *e, domingo, acordar com sol e calor, correr atrás do sol no parque, inspirar-expirar, rir até ficar com "dor-de-burro", caminhar, conversar em harmonia, correr no imenso verde, andar às "cavalitas" e contar os motivos de gratidão. Trazer à memória a razão da esperança que tenho no Paizinho. Tão simples! Tão simples!
Termino o domingo na casa do Senhor, nesta nova casa que estou a conhecer e a deliciar-me com o imenso que Ele tem para eu fazer, ao Seu serviço, na área que tanto gosto. E, ouvir sobre Oração, esta luta constante, este andar de bicicleta que quanto mais veloz, perseverante e específica, mais eficaz e natural se torna. Gostei muito desta comparação.
Gratidão, Paizinho, por este fim-de-semana tão bom! 

domingo, 27 de abril de 2014

Domingo, correr atrás do Sol #6

Domingo, manhã de sol e calor, uma delicia, como se quer. Aprender a desfrutar da benção que Deus derrama na minha vida a cada manhã.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Semana 16/52 [2014]

1. two days off - no weekend da Páscoa, sem contar, foram 2 dias à descoberta! amei.
2. Renúncia, Entrega, Gratidão, Amor - foi assim, o culto da Páscoa. Tão, mas, tão lindo! Porque a REGA é essencial para dar sentido à morte e ressurreição de Jesus. Todos os dias.
3. A tradição de Páscoa (o vaso/ramo de flores dos afilhados para os padrinhos) - não gosto de tradições mesmo (fazer ou comemorar só porque o calendário humano o diz!). Mas, existe aquela tradição que, para mim, faz todo-todo sentido! Este ano, pela 1.ª vez, senti o impacto desta tradição.
4. IRS done - daquelas obrigações fiscais (aliás, tudo o que tenha a ver com Ministério das Finanças!) que não gosto nada, por isso, quando concluo com sucesso esta tarefa anual, sinto um alívio tremendo :)
5. 4.ª feira, too much done - a visita, a consulta e Ligados - são estes dias cheios a todos os níveis que me fazem sentir, ao final do dia, com missão cumprida. Gosto deste feeling!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Das voltas da vida e confrontos com o passado #2

"o passado pode ser um gigante quando não arrumado ou tratado devidamente. Deus sara feridas e pela Sua graça é possível voltar a lembrá-lo sem dor e gratidão."
{sobre este assunto, não diria melhor, Rute Carla}

terça-feira, 22 de abril de 2014

Das voltas da vida e confrontos com o passado.

Estes dias tenho-me cruzado com o meu passado: com pessoas que numa determinada altura se cruzaram comigo sem eu ter memória delas. Fazem parte de um espaço de tempo no meu passado e trazem ao meu coração alguns pensamentos:
A vida dá muitas voltas e o mundo é (de facto) muito pequeno. Quando menos esperamos, encontra-mo-nos face-a-face com o passado. Sem contar e sem o procurar. E, fico a pensar no quanto e quando Deus, às vezes, é responsável por estes encontros. Encontros necessários para nos informar em que ponto verdadeiro interior estamos, relativamente a determinadas fases do passado.
Por serem encontros surpresa, é essencial arrumar o passado nas suas respectivas gavetas. Nunca sabemos quando o passado nos vai bater à porta. Os nossos passos e o que fomos, pode-nos perseguir como uma sombra escura ou cheia de luz.
Entendo que depende muito das escolhas (interiores e exteriores) feitas entre esse espaço de tempo - passado e presente - de como deixamos (ou não!) Deus agir ao longo da nossa caminhada.
A verdade é que nem sempre sabemos como alguns episódios do passado estão arrumado no nosso coração e mente até sermos confrontados com ele e os danos podem ou não ser devastadores para o curso do nosso caminho.
A má notícia é que se a dado ponto, não conseguimos ou não quisemos arrumar as gavetas (as feridas, o perdão, a insegurança e a tristeza) o passado é transporto para o presente como uma sombra escura que só nos faz reviver os momentos de um modo negativo e cheio de desesperança e amargura. Um peso muito pesado.
A notícia benção é que quando, no presente, somos confrontados com o passado - e caso os assuntos pendentes estejam arrumados nas gavetas certas do coração e da mente - percebemos que o restauro ocorreu. Não por mim, não feito por mim, mas, sim pelo Paizinho, tal como Ele prometeu. E, lembro-me perfeitamente do dia em que o Paizinho me prometeu restauro e me pediu para confiar nEle.
A sensação é de paz e alegria. Olhar para trás com uma enorme Gratidão pela importância e pelo Legado recebido.

Make Room For You. Your Story. For Rest.*

It’s so much easier to take care of everyone, to tend to problems and everything else. It’s easier to be strong and not need or feel.
This is how I’ve lived my life. Fine and functioning.
Surviving.
But, deep inside, where no one knew — where I seldom ventured myself — I was weary.
I longed for rest.
Soul rest.

Sometimes the deeper journey of faith is found by following your heart to rest.
Putting our hearts first — letting Jesus love us — is a deep, intimate journey of resting with him.
Make room for you.
Feed your soul.
Slow down.
Breathe.

As much as I longed for all this, I didn’t know how.
Until Jesus took me on a journey of faith to awaken my heart.
To be real.
To be known.
To rest.
Come. Jesus whispers.
You are loved.
You are cherished.
You are worth it.
Just rest.


As I journeyed through stories long forgotten, God was using all my broken pieces to make something beautiful.
Something new.
God transformed my brokenness into a story of discovery.
A story of rest.
To find the things I somehow lost along the way.
Quiet. Stillness. Intimacy with God.
In that secret place where I dream dreams.
Where I can just be me.

In my search for answers, I made an important discovery:
Whitespace.
It’s the space on a page left unmarked. Untouched.
White space is used in art and design.
It’s not blank – it breathes beauty. It gives the eye a place to rest.
Without it, clutter takes over the page.
We need rest.
God, after all, is an Artist and we are his work of art.
My story is really every woman’s story.
Everyone long to find a place to breathe –
to dream dreams, to slow down, feed her soul, and be free
To feel more deeply connected to God.
And others.

Sometimes the hardest stories to tell are the most beautiful.
Our stories. They are the greatest, most authentic gifts we can offer: ourselves.
Take the risk.
Let’s uncover the stories deep in our souls, to create space in our hearts and in our schedules.
For beauty. For rest. For God.
So we can live a better story. Today.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

#April Challenge [break at lunch time] #4

2.ª feira, a semana acordou assim-assim. À hora de almoço vi uma "aberta" e aproveitei para o boast tão necessário para esta semana curta. À dias em que o grande esforço parte mesmo de mim e lá fui eu ao encontro do sol. Vi o céu tão, tão azul e mais o manto de flores das mais diversas cores pelo jardim fora. São desafios que me obrigam a sair. Sabem tão bem!

Traditions says...

Regra geral, não gosto de tradições, de hábitos impostos que a certa altura nem sabemos porque o repetimos. Não gosto das rotinas de algumas tradições do ano. Fazer isto ou aquilo porque o calendário assim o diz, porque terceiros assim o dizem. Até mesmo naquelas datas que me são especiais, sou flexível e se não for comemoro no dia X, será no Y. E, às vezes, é muito por acaso e sabe tão bem! Vivo de um modo mais genuíno as comemorações imprevistas. Não gosto das tradições que o calendário me obriga a estar feliz, a festejar mesmo que o coração não esteja ajustado. Regra geral, as minhas datas, são comemoradas em momentos super simples, despertados numa ida ao cine, num jantar, num passeio de improviso (porque o tempo estava bom, por exemplo!) tanto longe como perto. Na verdade, vivo o que me é mais familiar e verdadeiro: os momentos somos nós que os criamos, no momento certo! E, quanto mais grata estou, melhor vivo e mais festejo. Não no dia especial de calendário, mas, no dia em que o coração desperta para este e aquele festejo. Às vezes, inclui terceiros, numa jantarada. Outras vezes, no silêncio de uma caminhada. Os momentos são diversos, uma surpresa constante. Sem data e hora marcada. Aqui, aqui gosto das surpresas.
Mas, dizia eu que, regra geral, não gosto de tradições e das poucas excepções (se não única!) é da entrega do ramo ou vaso de flores às minhas madrinhas. Uma das tradições impostas, mas, das poucas que (me) faz todo o sentido, tendo em conta a minha vida. E, se me esqueço, nem fico bem e vou logo em busca do ramo esquecido... É uma tradição que o meu coração entende, vive e faz questão de cumprir. Este ano, pela primeira vez (pela 1.ª Páscoa do afilhado!), senti o inverso: do afilhado para os padrinhos. Gostei deste cuidado, de tão simples que é, encheu o meu coração.
Gratidão!

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Semana 15/52 [2014]

1. Cadernos registo de memórias - gosto, gosto muito de tudo que seja papel. Recebi estes caderninhos e amei! Ideias para o registo-tópicos de coisas que nos marcam, num certo período de tempo. Estes, foram a pensar numa teen prestes a fazer 18 anos - que ela possa registar os seus passos ao longo de 1 ano: dos seus 18 anos!
2. MPC (1.º trimestre/14 OK!) - o propósito é ser o meio de transporte para aproximar dois corações. Se, reflectir nesta importância, entenderei que o meio de transporte, o modo como vejo e sinto é essencial para aproximar, para diminuir a distância que dois continentes separam. Descobri que uns dos meus auxiliares é a viagem a um momento da minha vida. Simples. Olhar, com os olhos do Paizinho é o segredo. Com Amor. Descobri, também, que a psicologia negativa (que habitava no meu coração) está a ser substituída pela psicologia positiva.
3. O renovar da Esperança ao longo da semana - devorei e mastiguei o Livro de Rute (exemplo maravilhoso a seguir) e sentir a esperança renovada ao longo de Isaías 26!
4. Ar puro à hora de almoço - inspirar a maresia do rio, ajuda a renovar as forças, durante a semana, na foz do rio Douro.
5. A meio da semana, o boast - aprender e viver, com os 5 sentidos apurados, os modo como Deus me abençoa a cada dia.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

#April Challenge [break at lunch time] #3

 A Foz do Rio Douro.

#April Challenge [break at lunch time]

Esta semana, aproveitei (hoje - 5.ª feira - termina a semana de trabalho) ao máximo o respirar cheirinhos das flores e do rio. Almoço rápido e saiu para o passeio (entre as 13h20 e as 13h50). Parece pouco tempo, mas, dá-me a sensação que é muito tempo! Esta semana, estive mais pertinho do rio a cheirá-lo e sentir a tranquilidade. Fez-me pensar no quão benção é trabalhar neste local e quanta qualidade de vida se deve ter ao viver em locais mais sossegados.
Sempre fui citadina, gosto de sentir que em minutos estou num shopp, que ouço o barulho do trânsito e das pessoas. Gosto da azafama da cidade. Gostava, até ao momento... Esta semana, dei por mim a pensar no tempo que não tenho, nos barulhos que não me deixam usufruir das bençãos da natureza. Dei por mim a pensar que viver num local mais sossegado, mais distante da confusão e não tão perto de shopps até nem é má ideia. Dei por mim a pensar....
Também, pensei que se até à poucas semanas o inverno parecia non-stop, esta semana, já me cruzo com a primavera tão linda, com um solzinho tão abençoado. As promessas de Deus cumprem-se sempre. Dá alento à caminhada e à espera!

Terminar (quase) a semana com José*

Quis ler mais e mais da vida deste homem de Deus. Penso que fiquei fascinada com o modo firme com que este rapaz identificou perfeitamente os sonhos que vinham de Deus, sem margem para dúvidas. O modo com que entranhou o que seus irmãos fizeram com ele, o modo com que se manteve firme perante a sua vida sem rumo no Egipto, sem entender o porquê de tanta maldade dos irmãos...Fico pasmada e a querer tanto, ser assim, humilde perseverante, firme e focada no propósito de Deus, perante as adversidades e as supostas injustiças que me vão acontecendo. Outra vida a ser mastigada e a entranhar cada momento que José viveu. Mas que exemplo!

{*em Génesis 41 em diante e um estudo aqui}

Intrepidez - Intrépido - corajoso*

*adj. Que não possui medo; que não teme o perigo; corajoso.
Dizia há dias a uma pessoa que a nossa auto-estima é tudo. E é. Acredito nisto como acredito na certeza do meu ser. Nem todos temos esta consciência e a clareza de perceber (e trabalhar) a importância que tem a auto-estima na nossa vida, na forma como encaramos tudo, o mundo que nos rodeia.
A forma como nos sentimos em relação a nós próprios afecta literalmente todos os aspectos da nossa vida. Desde aquilo que dizemos a nós próprios assim que saltamos para fora da cama antes de nos olharmos ao espelho, até à roupa que levamos para o trabalho, passando pelo modo como lidamos com os melhores e os piores momentos ao longo do dia, como nos comportamos perante os nossos colegas, amigos, família e as pessoas que nos são mais próximas, a consideração que temos por nós próprios acompanha cada fôlego, cada passo que damos.
A nossa auto-estima, que para algumas pessoas pode mudar a cada pulsação, manifesta-se na nossa postura: queixo erguido e optimista, olhos sorridentes, ou evitando todo e qualquer contacto enquanto arrastamos os pés pesados como se levássemos todo o peso do mundo sobre os ombros caídos e sobrecarregados.
Aquilo que sentimos em relação a nós próprios transmite-se não só através de cada palavra que proferimos mas também, e de uma forma muito mais essencial, com o tom e inflexão da nossa voz, por mais insignificantes que possam parecer na altura aquelas observações derrotistas ou depreciativas. Não só o que dizemos em voz alta é ouvido e julgado pelos outros, como também os comentários frios e ofensivos que nadam na nossa cabeça podem, eventualmente, corroer o nosso coração.
A nossa auto-estima reflecte quaisquer preconceitos que tenhamos contra os outros, e também contra nós próprios. Determina o modo e a razão pela qual nos limitamos no que toca a tentar alcançar o que desejamos, ou até apenas a sonhar com isso - das tarefas comuns da vida quotidiana à concretização de algo extraordinário. A nossa auto-estima é a nossa ferramenta, a nossa arma, e determina a forma como confrontamos os desafios da nossa vida, ou a forma como fugimos deles.