sexta-feira, 11 de abril de 2014

#April Challenge [break at lunch time] #1

Cadernos "Menina Lisboa"

Conhecei o projecto aqui. Pois, prendeu-me a atenção porque se há coisa que gosto muito-muito é de papel, cadernos e tudo o gire à volta de artigos de papelaria/escritório. Não colecciono, mas, como gosto imenso de escrever em cadernos ou agendas onde registo tudo  mais alguma coisa, tenho sempre um bom pretexto para ter um caderno, para este ou aquele assunto! [Eh!eh!eh!] Claro, que tive logo de me perder e lá encomendei 2 cadernos. 1 para uma aniversariante que fará 18 anos, em Maio. O outro.. bem, o outro é para mim!
[fotos: Menina Lisboa]


Semana 14/52 [2014]

1. FDS em modo MPC - 1.º trimestre/14 a ser cozinhado e perceber que o lado negativo vem ao de cima, de vez em quando (na linguagem escrita, verbal e em pensamentos) - trabalhar a psicologia positiva, Paizinho!
2. A noite de bifanas&fondue de chocolate - um break, à 6.ª feira, com pessoas queridas que Deus trouxe à minha vida.
3. A 4.ª feira no dentista, o medo, as dores de cabeça - a misericórdia do Paizinho tão evidente, nestes dias. A Graça que não mereço.
4. Aproveitar os dias de sol, para restauro, à hora de almoço - depois da temporada de inverno exigente, é fundamental viver os dias de sol que Deus me dá. É de graça!!!
5. Inspirar o cheiro delicioso e suave da primavera do Paizinho - 5.ª feira, senti urgência em estar em contacto com a Sua Natureza. Amei!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

#April Challenge [Light&Sun] #1

Para levar a cabo o desafio de Abril, os dias têm sido assim! Hoje, o cheirinho à plantação do Paizinho, o tal cheiro doce e suave trouxe-me imensa alegria.

Dos dias de sol (inside out)

The Brave are the ones who trace the inside of their every day wounds and don’t grow hard.
Dos tantos sentimentos que habitam em mim, sentir Deus, com a Sua misericórdia é, para mim, O Sentimento! O modo como Deus cuida de mim, nas minhas fragilidades, nas minhas negligências que voltam até mim como um boomerang e lá está o Paizinho a cuidar, com o Seu Amor infinito! Não tenho como expressar a harmonia, a Fé que se renova constantemente, dia após dia. E tudo volta ao seu devido lugar. São estes momentos, que me levam mais perto dEle, os momentos em que sou obrigada a parar e ver a Sua Glória em mim. Gosto desta ordem que Deus planta na minha vida quando os dias estão desordenados e estou desfocada, pelo medo. Gosto da ordem dos dias, colocar o meu coração centrado nEle. E tudo começa de dentro para fora. Tudo.

o dia a seguir à 4.ª feira cheia!

Ontem, 4.ª feira, talvez dado o calor repentino (misturado com aquele calor típico de trovoada) e um dia de trabalho centrado em quadro e estatísticas, estive o dia todo com aquela enxaqueca que já não tinha memória. Ao final do dia, rumei ao dentista e para aqui fui cheia de medo: medo que me arrancasse um dente em muito mau estado, medo do raspanete por não por lá os pés à muitoooo tempoooo e medo da conta!!!
Mas, contrariando este quadro, mais uma vez, a misericórdia de Deus fez-se sentir sobre a minha vida! Correu muito melhor que o esperado. Aliás, melhor, seria impossível!!!! Ohhh... Paizinho, essa Graça que não mereço. Fico com o coração apertado tal o modo como Deus trata dos meus assuntos, aqueles com os quais eu sou negligente e Ele é sempre, sempre tão Fiel!
O cansaço (depois de 1hora de boca aberta!) e dores de cabeça eram tal que pouco depois das 21h30 "apaguei" até hoje de manhã, com o despertador! O sono (grata, Paizinho pelo modo como me proteges durante a noite) reparador fez-me sentir nova. E o dia está tão lindoooo. Gratidão Paizinho!!!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Life Change [a rua em diversos ângulos]

↡Para aquele que crê, qualquer coisa é suficiente para acreditar - Para o que não crê, nada é suficiente.Dizem que quando os navios de Colombo se aproximaram dos índios eles não os viram. Não os conseguiam ver porque, como eram uma coisa tão diferente do que conheciam, não os podiam ver. No seu cérebro, não tinham qualquer experiência da existência de caravelas.
Uma coisa que esquecemos muitas vezes é que cada ponto de vista é apenas um entre os vários possíveis relativamente a uma situação. Pense nisso; este é o tipo de observações que podem mudar a sua vida. A mesma rua não se vê do mesmo modo do sótão ou da calçada, com determinadas crenças ou com outras. [às 9]
[comecei o ano com um olhar para algumas situações. hoje, o ângulo mudou em algumas situações e noutras está mudar de ângulo... se é verdade que a mesma rua se vê de modo diferente, dependendo do local onde me encontro. também, é verdade que o tempo que me leva a caminhar ao longo da rua, para ir alternando a minha visão, é no tempo de Deus. Os ângulos alteram-se e a visão é bonita... vou-me deixar ir à velocidade que o Paizinho quer que eu vá!]

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Do medo de falhar

Podemos tentar inúmeras vezes, sozinhos em casa, tentar montar o móvel que comprámos na semanapassada e que não conseguimos perceber como as peças encaixam umas nas outras. Podemos estar sozinhos em casa e tentar inúmeras vezes cozinhar aquele prato que tanto desejamos. Estando sozinhos, fazemo-lo infinitas vezes. Mas quando sabemos que alguém está a ver, então tudo se torna mais complicado. Não é o medo de falhar, é o medo de falhar e alguém estar a ver.
Da mesma forma, quando tropeçamos na rua, ou caímos no passeio, na lista Top 3 de preocupações está «alguém viu?». Pode não ser certamente a primeira coisa em que pensamos quando caímos na rua, mas está definitivamente no pódio das preocupações.

E é esse medo de estar alguém a ver que impede que muitas coisas se façam e que muitos objectivos se atinjam. Esse receio de ter olhos a ver-nos falhar faz-nos não tentar mais vezes até conseguir. Isto é válido para o prato que queremos saber cozinhar e para o trabalho que queremos ter na vida. É válido para apresentar propostas ao nosso chefe ou para montar o móvel lá de casa.
Outra coisa que nos impede de tentar coisas novas, ou aprender é quando não somos apenas nós que estamos em risco. Quando queremos mudar de emprego mas isso coloca em risco a vida dos nossos familiares é provável que fiquemos mais acanhados. Colocar em risco aqueles de quem gostamos é mais difícil do que ficarmos nós próprios em risco.

O problemas das pessoas não irem mais longe não é o medo de cair, é o medo de estar gente a ver. (...) Não ter medo não significa ter coragem para tomar medidas difíceis, significa tomá-las sem pensar nas consequências. Não ter medo é mau, é inconsequente. E entre não ter medo e ser-se corajoso vai uma distância grande.
O corajoso não é aquele que salta para o escuro sem pensar, é aquele que pensa muito bem nas consequências e decide saltar. Sem empurrar ninguém.

» Sérgio Diamantino, no Diário Digital
[post integral: às 9]

Restaurante Panorâmico Portucale


Ontem, o jantar da empresa foi aqui. No 13.º andar, é considerado o restaurante com a melhor vista sobre a cidade. À noite, com a Invicta iluminada, um jantar acolhedor, com comida caseira, gostei imenso! Não acessível a todos os bolsos, contudo, vale a pena... Gostei imenso!
[as imagens são via internet e podem ler mais sobre o restaurante no Fugas]

Semana 13/52 [Abril 2014]

1. Mês de Março e o 1.º trimestre 2014 em revisão - mudanças e recomeços. Longe de imaginar que estes 3 meses mudariam tanto o curso dos meus dias. Filtrar e limpar o que não me edifica.
2. aquele texto que reflecte tanto-tanto as certezas instaladas no 1.º trimestre/14:
"(...) há as certezas que se têm e as certezas que se vão tendo. E estas últimas, embora vão chegando devagar e pareçam não ter a força das primeiras, vão criando raízes mais fortes e chega um momento em que percebemos que as temos presas à terra que somos nós e que já não há como voltar atrás. São o que temos de mais próximo do absoluto. (...) pôr a vida no sítio dá trabalho e leva quase sempre mais tempo do que gostaríamos, mas vale muito a pena. Porque ter uma certeza é como trazer sempre uma bússola na mão. Mesmo que precisemos de nos desviar, nunca nos esquecemos do nosso destino."
3. Fim-de-semana surpresa - desde o sol que era suposto não chegar, mas, chegou; assim, como a mensagem de um pastora profetiza.
4. 4.ª feira - a meio da semana, já cheia mas a cumprir propósitos. Lufada de ar fresco com sol, depois de dias de chuva e entusiasmada para o final da semana, igualmente cheia! Abrandar, no passeio da hora de almoço é uma benção!
5. Organizar ideias na tomada de decisões e rever o meu 1.º trimestre/14 aos olhos de outros -  são palavras que motivam, confirmam que encher o coração de Gratidão a Deus faz com que a tomada de decisões seja mais clara e eficaz. Ajuda, também, perceber como as decisões podem-me levar para mais perto do Paizinho!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

#Challenge - Eu e o FB

So far, so free! A 01 de Março dei inicio a uma "desintoxicação" de FB: a rede social na qual me viciei, à uns 4 anos. Ontem, para me adicionarem a algo, perguntaram-me se eu tinha FB. Eu, com um sorriso e leveza, respondi: "não, desactivei a conta!" Em Janeiro, longe de pensar no curso da minha relação com o FB. Não, não tenho e por enquanto até me arrepio só de pensar na hipótese de voltar... Com a desactivação do FB, também, desactivei outras tantas coisas virtuais que não me edificavam. Tão, mas, tão feliz com esta mudança de vida, neste ponto! O que me pareceu, a certa altura impensável, tornou-se em uma das escolhas que melhor me está saber saborear.
[imagem: daqui]

Da tomada de decisões, que me levam mais perto do Paizinho

Há três perguntas que nos ajudam a tomar a decisão correcta a cada momento:
1 - isto traz-me ou retira-me paz interior?
2 - esta decisão é boa para mim?
3 - estou a decidir com base no medo ou no amor?

Não vale a pena dar demasiadas voltas. Não vale a pena complicar. Não é preciso muito mais para decidir. E se estamos a tomar a decisão certa, temos medo de quê?

Começo o dia cedo. Muito cedo. É uma regra, uma forma de disciplina, uma meditação que me mantém focada. Cedo, bem cedo (6h, 6h30), às vezes 5h30, quando os dias começam a ser maiores), é a melhor hora para (...) organizar o dia, rever planos, (...).
Cedo, muito cedo, é a melhor hora para tomar decisões, as que nos ajudam a dar mais um passo na direcção daquilo que queremos. A boa disposição começa aqui, com silêncio e a cabeça fresca. O sentimento de dia inteiro pela frente, com as "gavetas" arrumadas é indescritível. Só experimentando e praticando, um dia e mais um dia e outro dia, é que conseguimos sentir, perceber, admirar o poder que existe na regra simples (mas difícil de começar) de acordar muito mais cedo.


Do what you love and the rest will come. - é a frase que me acompanha sempre e que mantenho à minha frente, esteja onde estiver. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Proposta [parte 4]

A decisão continua difícil, contudo, hoje é por causa da pergunta:
"e se não quiser voltar ao mesmo lugar?"
Já tiveram aquela sensação de abismo, quando algo que construímos já não nos pertence por nossa opção ou por decisão de terceiros?
É como ficar sem chão, como se estivéssemos em cima de uma linha muito ténue a fazer equilibrismo, como se estivéssemos presos num labirinto ansiosos por saber onde está a saída. É o "e agora o que faço?" - Parece que estamos sozinhos no mundo sem saber como agir com a sensação que não temos nada. É como se fossemos filhos de ninguém, como se não tivéssemos para onde ir.
Depois destes pensamentos no vazio sabemos exactamente aquilo que tem de ser feito: começar tudo de novo. Oh não, começar tudo de novo... Saber que temos de usar toda a energia necessária para começar tudo outra vez, saber que leva tempo para termos alguma coisa palpável outra vez, que é preciso muita persistência e que não se pode desistir. Mas o quê? Para onde e como?

Twiggs*

Desde que descobri a Cláudia, tenho-me deliciado um pouco por cada projecto seu:
*A Place for Twiggs
*Menina Lisboa
*E, no Flick, em especial, Project 365

Life Change*

*"Meredith: When we say things like "people don't change" it drives scientist crazy because change is literally the only constant in all of science. Energy. Matter. It's always changing, morphing, merging, growing, dying. It's the way people try not to change that's unnatural. The way we cling to what things were instead of letting things be what they are. The way we cling to old memories instead of forming new ones. The way we insist on believing despite every scientific indication that anything in this lifetime is permanent. Change is constant. How we experience change that's up to us. It can feel like death or it can feel like a second chance at life. If we open our fingers, loosen our grips, go with it, it can feel like pure adrenaline. Like at any moment we can have another chance at life. Like at any moment, we can be born all over again." [Grey's Anatomy]

A importância de parar*

*Invariavelmente, e mais uma vez fazendo poucos ou muitos planos, há uma certa vontade geral em apreciar mais o dia-a-dia, em abrandar, em arranjar tempo para aquelas coisas que nós sabemos serem tão importantes e ainda assim, deixamos que estas sejam as mais negligenciadas, como o tempo para nós, para a nossa família e os nossos amigos.
Mas nos tempos em que vivemos, o acto de abrandar, de se criar tempo na agenda para algo que não seja visto como um trabalho árduo é quase um acto de coragem… e para alguns chega a ser uma afronta. Nos tempos que correm, tudo é rápido e para ontem, tudo se quer agora e já, e se demorar mais do que 2 segundos, já perdemos alguém, um leitor, um potencial cliente, um negócio.
E num mundo destes como é que nos atrevemos a parar ou a abrandar? Sim, porque abrandar já de si é corajoso, mas parar?? Parar é estar a pedir que alguma coisa corra mal. Mas será que isso justifica não abrandar? Não parar para ir lá fora?

Não interromper o que fazemos para poder ir dar um passeio e beber um café? Não é ir ali à esquina ao café do costume, mas sim dar mesmo um passeio… e beber um café? Nos tempos que correm, vive-se porém numa ambivalência e há dias em que é muito difícil decidir-se o que se quer.
É difícil decidir se queremos ser uns corajosos e parar porque precisamos, ou se queremos ser os melhores e fazer mais um esforço para um enorme dia de trabalho. Fazemos o que nos apaixona, mas isso não quer dizer que não precisemos de nos afastar. Afastar para um quase re-calibrar, como se máquinas fôssemos. A necessidade que tenho em arranjar algo que me afaste do computador diz tudo. E às vezes esta necessidade surge a meio da manhã ou da tarde. Tinha acabado de me sentar no sofá e de repente apercebi-me deste pôr-do-sol magnífico lá fora. E já não sabia quando é que isso tinha acontecido pela última vez… o esquecer-se de onde se está, e ao mesmo tempo não conseguir tirar os olhos de algo que se aprecia.
[texto completo aqui]

4.ª feira, a meio da semana com raios de sol!

Dia perfeito para inspirar e recarregar baterias. Ontem, choveu a cântaros o dia todo, aliás, estes últimos dias têm sido assim. Hoje, a chuva deu tréguas e neste momento, até vejo sol e o céu está limpo! Entendo isso como um inspirar de esperança :) Refresh e start all over. Semana cheia e vai a meio, a lista to-do vai sendo cumprida o que me motiva a continuar a caminhada.
Hoje, desde que o despertador tocou (6h15) que não parei: análises, pequeno-almoço e rumo ao work. Tudo, entre as 6h15 e 8h15. Gosto destas manhãs produtivas. Depois de uma 2.ª feira em modo MPC, ontem, em meeting até tarde, mas, tão bom (mesmo contrariada, em algumas coisas, sinto-me bem pela ética, conduta correcta que transmitem e inspiram; também, feliz por o meu entendimento sobre alguns assuntos serem partilhados!ahhh.. afinal, não é cisma e reservas minhas quanto aos timings para se iniciar cargos tão importantes para Deus!). Sinto-me, acima de tudo, a esforçar-me e na estrada correcta para entender a importância da Palavra de Deus aplicada. Com temor e amor. Mas, com muito temor, em alguns assuntos.
Prossigo para o final da semana com dias cheios (noite de oração por irmão na fé doente, jantar do work e visita à família do lindão), mas, abençoados porque capítulos vão-se fechando de um modo correcto.

Meditation: psalm 19*


We meditate to give God’s words the opportunity to penetrate, not just our minds, but our emotions — the places where we hurt — and our will — the place where we make choices and decisions. We meditate to encounter the Living Word, Jesus himself. We meditate so that every part of our being, our thoughts and our affections and our ambitions, are turned to face and honour and glorify him.”
- Joyce Huggett (emphasis added)
[*here]

terça-feira, 1 de abril de 2014

Abril e o texto que poderia ter sido eu a escrever*

*Março foi mesmo um mês bom e, por isso, Abril é um mês de poucas expectativas, como gosto de manter. Grata pelo que veio, focada em tudo o que trabalho para que possa chegar, serena porque é Primavera, os dias maiores já se vivem e o sol também há-de chegar para ficar, (...) porque no fundo o que importa mais é o caminho que vamos fazendo todos os dias.
[texto e imagem: às 9]

#Challenges [why's that?]

Sigo alguns cantos na Blogesfera que têm como propósito desafiarem-se mensalmente num e noutro assunto. O propósito dos desafios, no meu caso, ajudam-me a começar em modo baby steps, por um mês para não ser tão violento. Também, focar-me em algo que tem como propósito edificar-me em alguma área da minha vida, ou em tudo na minha vida.
Inspirada por alguns cantinhos (porque os mesmos me edificam!), desafiei-me a contar o meu mundo de bençãos, do que me faz sorrir, do que gosto só porque sim, das palavras que me edificam um pouco por todo lado, no meu dia-a-dia.
Mensalmente, desafio-me em pontos específicos porque vou-me apercebendo que algo não vai bem no meu dia-a-dia, em algumas áreas: vícios, falta de disciplina, ingratidão, desânimo, etc... Estes, são motivos bons para me "obrigar" a estabelecer, por um mês, mudanças (boas ou más, que se justificam ou não). No final (ou no inicio) dos prazos vou sentindo dentro de mim as tais mudanças. É esse o propósito. Se não o sentir, se tirar algo de mim essencial, se não achar relevante, instintivamente não o entranho como uma prática futura. Ou, às tantas, ainda não é o momento.
Contudo, o que tenho vindo a reparar é que os desafios que me coloco levam-me a outros desafios maiores. Animam-me tanto que dou por mim a embarcar noutros desafios, sem me aperceber. Os desafios ajudam-me a descobrir mais de mim, da opinião que Deus tem de mim. Os desafios são importantes para mim porque me ajudam a mudar de hábitos, a limar, a definir, a enraizar, a tirar o que deve ou não ser tirado do meu carácter e dos meus dias.

#April Challenge [desfrutar do exterior*]

Se, tanto pedi (por este inverno e inicio de primavera rigorosos) pela luz, céu azul, sol, calor, então, não ignorar estas bençãos que Deus me dá. Simple - I think - as that! :)
Sempre que o sol e calor espreitarem, desafio-me a aproveitar a sua companhia, no exterior. E, também, inspirada nesta Spring to-do list*
[fotos daqui]