terça-feira, 8 de abril de 2014

Life Change [a rua em diversos ângulos]

↡Para aquele que crê, qualquer coisa é suficiente para acreditar - Para o que não crê, nada é suficiente.Dizem que quando os navios de Colombo se aproximaram dos índios eles não os viram. Não os conseguiam ver porque, como eram uma coisa tão diferente do que conheciam, não os podiam ver. No seu cérebro, não tinham qualquer experiência da existência de caravelas.
Uma coisa que esquecemos muitas vezes é que cada ponto de vista é apenas um entre os vários possíveis relativamente a uma situação. Pense nisso; este é o tipo de observações que podem mudar a sua vida. A mesma rua não se vê do mesmo modo do sótão ou da calçada, com determinadas crenças ou com outras. [às 9]
[comecei o ano com um olhar para algumas situações. hoje, o ângulo mudou em algumas situações e noutras está mudar de ângulo... se é verdade que a mesma rua se vê de modo diferente, dependendo do local onde me encontro. também, é verdade que o tempo que me leva a caminhar ao longo da rua, para ir alternando a minha visão, é no tempo de Deus. Os ângulos alteram-se e a visão é bonita... vou-me deixar ir à velocidade que o Paizinho quer que eu vá!]

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Do medo de falhar

Podemos tentar inúmeras vezes, sozinhos em casa, tentar montar o móvel que comprámos na semanapassada e que não conseguimos perceber como as peças encaixam umas nas outras. Podemos estar sozinhos em casa e tentar inúmeras vezes cozinhar aquele prato que tanto desejamos. Estando sozinhos, fazemo-lo infinitas vezes. Mas quando sabemos que alguém está a ver, então tudo se torna mais complicado. Não é o medo de falhar, é o medo de falhar e alguém estar a ver.
Da mesma forma, quando tropeçamos na rua, ou caímos no passeio, na lista Top 3 de preocupações está «alguém viu?». Pode não ser certamente a primeira coisa em que pensamos quando caímos na rua, mas está definitivamente no pódio das preocupações.

E é esse medo de estar alguém a ver que impede que muitas coisas se façam e que muitos objectivos se atinjam. Esse receio de ter olhos a ver-nos falhar faz-nos não tentar mais vezes até conseguir. Isto é válido para o prato que queremos saber cozinhar e para o trabalho que queremos ter na vida. É válido para apresentar propostas ao nosso chefe ou para montar o móvel lá de casa.
Outra coisa que nos impede de tentar coisas novas, ou aprender é quando não somos apenas nós que estamos em risco. Quando queremos mudar de emprego mas isso coloca em risco a vida dos nossos familiares é provável que fiquemos mais acanhados. Colocar em risco aqueles de quem gostamos é mais difícil do que ficarmos nós próprios em risco.

O problemas das pessoas não irem mais longe não é o medo de cair, é o medo de estar gente a ver. (...) Não ter medo não significa ter coragem para tomar medidas difíceis, significa tomá-las sem pensar nas consequências. Não ter medo é mau, é inconsequente. E entre não ter medo e ser-se corajoso vai uma distância grande.
O corajoso não é aquele que salta para o escuro sem pensar, é aquele que pensa muito bem nas consequências e decide saltar. Sem empurrar ninguém.

» Sérgio Diamantino, no Diário Digital
[post integral: às 9]

Restaurante Panorâmico Portucale


Ontem, o jantar da empresa foi aqui. No 13.º andar, é considerado o restaurante com a melhor vista sobre a cidade. À noite, com a Invicta iluminada, um jantar acolhedor, com comida caseira, gostei imenso! Não acessível a todos os bolsos, contudo, vale a pena... Gostei imenso!
[as imagens são via internet e podem ler mais sobre o restaurante no Fugas]

Semana 13/52 [Abril 2014]

1. Mês de Março e o 1.º trimestre 2014 em revisão - mudanças e recomeços. Longe de imaginar que estes 3 meses mudariam tanto o curso dos meus dias. Filtrar e limpar o que não me edifica.
2. aquele texto que reflecte tanto-tanto as certezas instaladas no 1.º trimestre/14:
"(...) há as certezas que se têm e as certezas que se vão tendo. E estas últimas, embora vão chegando devagar e pareçam não ter a força das primeiras, vão criando raízes mais fortes e chega um momento em que percebemos que as temos presas à terra que somos nós e que já não há como voltar atrás. São o que temos de mais próximo do absoluto. (...) pôr a vida no sítio dá trabalho e leva quase sempre mais tempo do que gostaríamos, mas vale muito a pena. Porque ter uma certeza é como trazer sempre uma bússola na mão. Mesmo que precisemos de nos desviar, nunca nos esquecemos do nosso destino."
3. Fim-de-semana surpresa - desde o sol que era suposto não chegar, mas, chegou; assim, como a mensagem de um pastora profetiza.
4. 4.ª feira - a meio da semana, já cheia mas a cumprir propósitos. Lufada de ar fresco com sol, depois de dias de chuva e entusiasmada para o final da semana, igualmente cheia! Abrandar, no passeio da hora de almoço é uma benção!
5. Organizar ideias na tomada de decisões e rever o meu 1.º trimestre/14 aos olhos de outros -  são palavras que motivam, confirmam que encher o coração de Gratidão a Deus faz com que a tomada de decisões seja mais clara e eficaz. Ajuda, também, perceber como as decisões podem-me levar para mais perto do Paizinho!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

#Challenge - Eu e o FB

So far, so free! A 01 de Março dei inicio a uma "desintoxicação" de FB: a rede social na qual me viciei, à uns 4 anos. Ontem, para me adicionarem a algo, perguntaram-me se eu tinha FB. Eu, com um sorriso e leveza, respondi: "não, desactivei a conta!" Em Janeiro, longe de pensar no curso da minha relação com o FB. Não, não tenho e por enquanto até me arrepio só de pensar na hipótese de voltar... Com a desactivação do FB, também, desactivei outras tantas coisas virtuais que não me edificavam. Tão, mas, tão feliz com esta mudança de vida, neste ponto! O que me pareceu, a certa altura impensável, tornou-se em uma das escolhas que melhor me está saber saborear.
[imagem: daqui]

Da tomada de decisões, que me levam mais perto do Paizinho

Há três perguntas que nos ajudam a tomar a decisão correcta a cada momento:
1 - isto traz-me ou retira-me paz interior?
2 - esta decisão é boa para mim?
3 - estou a decidir com base no medo ou no amor?

Não vale a pena dar demasiadas voltas. Não vale a pena complicar. Não é preciso muito mais para decidir. E se estamos a tomar a decisão certa, temos medo de quê?

Começo o dia cedo. Muito cedo. É uma regra, uma forma de disciplina, uma meditação que me mantém focada. Cedo, bem cedo (6h, 6h30), às vezes 5h30, quando os dias começam a ser maiores), é a melhor hora para (...) organizar o dia, rever planos, (...).
Cedo, muito cedo, é a melhor hora para tomar decisões, as que nos ajudam a dar mais um passo na direcção daquilo que queremos. A boa disposição começa aqui, com silêncio e a cabeça fresca. O sentimento de dia inteiro pela frente, com as "gavetas" arrumadas é indescritível. Só experimentando e praticando, um dia e mais um dia e outro dia, é que conseguimos sentir, perceber, admirar o poder que existe na regra simples (mas difícil de começar) de acordar muito mais cedo.


Do what you love and the rest will come. - é a frase que me acompanha sempre e que mantenho à minha frente, esteja onde estiver. 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Proposta [parte 4]

A decisão continua difícil, contudo, hoje é por causa da pergunta:
"e se não quiser voltar ao mesmo lugar?"
Já tiveram aquela sensação de abismo, quando algo que construímos já não nos pertence por nossa opção ou por decisão de terceiros?
É como ficar sem chão, como se estivéssemos em cima de uma linha muito ténue a fazer equilibrismo, como se estivéssemos presos num labirinto ansiosos por saber onde está a saída. É o "e agora o que faço?" - Parece que estamos sozinhos no mundo sem saber como agir com a sensação que não temos nada. É como se fossemos filhos de ninguém, como se não tivéssemos para onde ir.
Depois destes pensamentos no vazio sabemos exactamente aquilo que tem de ser feito: começar tudo de novo. Oh não, começar tudo de novo... Saber que temos de usar toda a energia necessária para começar tudo outra vez, saber que leva tempo para termos alguma coisa palpável outra vez, que é preciso muita persistência e que não se pode desistir. Mas o quê? Para onde e como?

Twiggs*

Desde que descobri a Cláudia, tenho-me deliciado um pouco por cada projecto seu:
*A Place for Twiggs
*Menina Lisboa
*E, no Flick, em especial, Project 365

Life Change*

*"Meredith: When we say things like "people don't change" it drives scientist crazy because change is literally the only constant in all of science. Energy. Matter. It's always changing, morphing, merging, growing, dying. It's the way people try not to change that's unnatural. The way we cling to what things were instead of letting things be what they are. The way we cling to old memories instead of forming new ones. The way we insist on believing despite every scientific indication that anything in this lifetime is permanent. Change is constant. How we experience change that's up to us. It can feel like death or it can feel like a second chance at life. If we open our fingers, loosen our grips, go with it, it can feel like pure adrenaline. Like at any moment we can have another chance at life. Like at any moment, we can be born all over again." [Grey's Anatomy]

A importância de parar*

*Invariavelmente, e mais uma vez fazendo poucos ou muitos planos, há uma certa vontade geral em apreciar mais o dia-a-dia, em abrandar, em arranjar tempo para aquelas coisas que nós sabemos serem tão importantes e ainda assim, deixamos que estas sejam as mais negligenciadas, como o tempo para nós, para a nossa família e os nossos amigos.
Mas nos tempos em que vivemos, o acto de abrandar, de se criar tempo na agenda para algo que não seja visto como um trabalho árduo é quase um acto de coragem… e para alguns chega a ser uma afronta. Nos tempos que correm, tudo é rápido e para ontem, tudo se quer agora e já, e se demorar mais do que 2 segundos, já perdemos alguém, um leitor, um potencial cliente, um negócio.
E num mundo destes como é que nos atrevemos a parar ou a abrandar? Sim, porque abrandar já de si é corajoso, mas parar?? Parar é estar a pedir que alguma coisa corra mal. Mas será que isso justifica não abrandar? Não parar para ir lá fora?

Não interromper o que fazemos para poder ir dar um passeio e beber um café? Não é ir ali à esquina ao café do costume, mas sim dar mesmo um passeio… e beber um café? Nos tempos que correm, vive-se porém numa ambivalência e há dias em que é muito difícil decidir-se o que se quer.
É difícil decidir se queremos ser uns corajosos e parar porque precisamos, ou se queremos ser os melhores e fazer mais um esforço para um enorme dia de trabalho. Fazemos o que nos apaixona, mas isso não quer dizer que não precisemos de nos afastar. Afastar para um quase re-calibrar, como se máquinas fôssemos. A necessidade que tenho em arranjar algo que me afaste do computador diz tudo. E às vezes esta necessidade surge a meio da manhã ou da tarde. Tinha acabado de me sentar no sofá e de repente apercebi-me deste pôr-do-sol magnífico lá fora. E já não sabia quando é que isso tinha acontecido pela última vez… o esquecer-se de onde se está, e ao mesmo tempo não conseguir tirar os olhos de algo que se aprecia.
[texto completo aqui]

4.ª feira, a meio da semana com raios de sol!

Dia perfeito para inspirar e recarregar baterias. Ontem, choveu a cântaros o dia todo, aliás, estes últimos dias têm sido assim. Hoje, a chuva deu tréguas e neste momento, até vejo sol e o céu está limpo! Entendo isso como um inspirar de esperança :) Refresh e start all over. Semana cheia e vai a meio, a lista to-do vai sendo cumprida o que me motiva a continuar a caminhada.
Hoje, desde que o despertador tocou (6h15) que não parei: análises, pequeno-almoço e rumo ao work. Tudo, entre as 6h15 e 8h15. Gosto destas manhãs produtivas. Depois de uma 2.ª feira em modo MPC, ontem, em meeting até tarde, mas, tão bom (mesmo contrariada, em algumas coisas, sinto-me bem pela ética, conduta correcta que transmitem e inspiram; também, feliz por o meu entendimento sobre alguns assuntos serem partilhados!ahhh.. afinal, não é cisma e reservas minhas quanto aos timings para se iniciar cargos tão importantes para Deus!). Sinto-me, acima de tudo, a esforçar-me e na estrada correcta para entender a importância da Palavra de Deus aplicada. Com temor e amor. Mas, com muito temor, em alguns assuntos.
Prossigo para o final da semana com dias cheios (noite de oração por irmão na fé doente, jantar do work e visita à família do lindão), mas, abençoados porque capítulos vão-se fechando de um modo correcto.

Meditation: psalm 19*


We meditate to give God’s words the opportunity to penetrate, not just our minds, but our emotions — the places where we hurt — and our will — the place where we make choices and decisions. We meditate to encounter the Living Word, Jesus himself. We meditate so that every part of our being, our thoughts and our affections and our ambitions, are turned to face and honour and glorify him.”
- Joyce Huggett (emphasis added)
[*here]

terça-feira, 1 de abril de 2014

Abril e o texto que poderia ter sido eu a escrever*

*Março foi mesmo um mês bom e, por isso, Abril é um mês de poucas expectativas, como gosto de manter. Grata pelo que veio, focada em tudo o que trabalho para que possa chegar, serena porque é Primavera, os dias maiores já se vivem e o sol também há-de chegar para ficar, (...) porque no fundo o que importa mais é o caminho que vamos fazendo todos os dias.
[texto e imagem: às 9]

#Challenges [why's that?]

Sigo alguns cantos na Blogesfera que têm como propósito desafiarem-se mensalmente num e noutro assunto. O propósito dos desafios, no meu caso, ajudam-me a começar em modo baby steps, por um mês para não ser tão violento. Também, focar-me em algo que tem como propósito edificar-me em alguma área da minha vida, ou em tudo na minha vida.
Inspirada por alguns cantinhos (porque os mesmos me edificam!), desafiei-me a contar o meu mundo de bençãos, do que me faz sorrir, do que gosto só porque sim, das palavras que me edificam um pouco por todo lado, no meu dia-a-dia.
Mensalmente, desafio-me em pontos específicos porque vou-me apercebendo que algo não vai bem no meu dia-a-dia, em algumas áreas: vícios, falta de disciplina, ingratidão, desânimo, etc... Estes, são motivos bons para me "obrigar" a estabelecer, por um mês, mudanças (boas ou más, que se justificam ou não). No final (ou no inicio) dos prazos vou sentindo dentro de mim as tais mudanças. É esse o propósito. Se não o sentir, se tirar algo de mim essencial, se não achar relevante, instintivamente não o entranho como uma prática futura. Ou, às tantas, ainda não é o momento.
Contudo, o que tenho vindo a reparar é que os desafios que me coloco levam-me a outros desafios maiores. Animam-me tanto que dou por mim a embarcar noutros desafios, sem me aperceber. Os desafios ajudam-me a descobrir mais de mim, da opinião que Deus tem de mim. Os desafios são importantes para mim porque me ajudam a mudar de hábitos, a limar, a definir, a enraizar, a tirar o que deve ou não ser tirado do meu carácter e dos meus dias.

#April Challenge [desfrutar do exterior*]

Se, tanto pedi (por este inverno e inicio de primavera rigorosos) pela luz, céu azul, sol, calor, então, não ignorar estas bençãos que Deus me dá. Simple - I think - as that! :)
Sempre que o sol e calor espreitarem, desafio-me a aproveitar a sua companhia, no exterior. E, também, inspirada nesta Spring to-do list*
[fotos daqui]

segunda-feira, 31 de março de 2014

#Challenge = March Spring #2

#Challenge = March Spring #1

A 5 de Março, estava longe de imaginar que os 2 desafios se iriam tornar numa lista de desafios e suas vitórias num mês longo e primaveril. Parecem-me os 5 pães e 2 peixes [Mateus 14:17-21] que Jesus distribuiu pela multidão! E não é assim, tantas vezes, connosco? prosseguimos, confiando que o Paizinho vai-nos dar somente aquela vitória para aquela desafio que nos chateia no dia-a-dia. Quando damos por ela, estamos a vencer gigantes. Vemos os 2 pães e 5 peixes - visão humana - e quando damos por ela, o cesto está cheio de alimento do melhor. Amo estes milagres que Deus opera nos meus dias.
O objectivo foi destralhar (e corrigir), fazer uma limpeza do que estava a mais na minha vida (exterior e interior) e que de algum modo afecta o meu bem estar (com Deus, comigo e com o meu próximo).
Fui identificando, ao longo dos últimos meses (bem, a verdade é que foi Deus a trazer ao meu coração alguns alertas) e aproveitando o mês longo que é Março, a mudança para a estação mais florida, mais quente e que por si só incentiva as limpezas totais na vida das pessoas, aproveitei o balanço e pus-me a caminho.
#Concentrei-me (achei eu que me concentrei e que seria desgastante) no desafio FB Off por 31 dias! Qual foi o meu espanto quando logo nos primeiros dias para além de não ter sentido falta, senti-me incrivelmente mais leve! Hoje, nem tenho palavras para descrever esta mudança num hábito diário que, a certa altura, virou vicio.
#Acrescentei o desafio de fotos à Natureza, para aligeirar a coisa...
#O desafio de envio das cartas está a ser uma surpresa maravilhosa, para mim, para o alvo e, em alguns casos, aos que fazem parte da vida do Alvo. Dos desafios mais edificantes que levo com grande motivação para o próximo mês.
#Outros desafios, foram surgindo sem contar, como foi o caso da obrigatoriedade de almoçar no jardim, perto do meu trabalho, sempre que o tempo e tipo de merenda permitiam. Dei por mim, a não perder uma única oportunidade de almoçar na companhia da natureza. Mas, que benção de mudança na rotina dos meus dias!
#SNT issue - afinal, este foi o maior desafio. Decisão, escolha, mudança de rota. Já era um incómodo à 1 ano e um pendente que afectava a minha caminhada cristã. Decisão, plano e açção para os passos de transparência serem dados. A sensação de paz e sentir que, neste momento, foi o melhor caminho. Esperar o melhor e sentir que a responsabilidade é ainda maior faz deste passo um enorme desafio de crescimento na minha vida de um modo tremendo.
A 5 de Março, estava longe de imaginar que os simples desafios que instalei na minha vida (por 1 mês) se tornariam, hoje, 31 de Março, em mudanças que terão continuidade por mais outro mês. Longe de pensar que, no plano espiritual, a rota seria alterada e a bagagem segue mais leve. Muito mais leve. Ainda, longe de atingir o ponto que gostaria, contudo, dos meses em que me sinto mais realizada tais foram as conquistas alcançadas, a nível interior e exterior.
Gratidão por este Março!!! :) 

3 Meses de Gratidão »♥«

Março foi um mês intenso em desafios. Corrijo, os 3 primeiros meses de 2014 foram intensos em desafios: desde propostas de emprego e contra-propostas (o valor impresso no que faço a nível profissional), o início de um trabalho voluntário de gestão MPC (aquelas borboletas por causa daquilo que tanto gosto fazer para Deus, aquela convicção do Propósito de Deus para a minha vida!), viver mais as pessoas e natureza (ai, gosto tanto das corridas atrás do sol!) simples do dia-a-dia que Deus me dá, mudança de rota (com confiança e sem medo, no assunto que mudará totalmente a minha vida - no tempo de Deus - isto de trocar infinitos caminhos por um só, tem destas coisas curiosas), a mudança SNT e tirar o FB da minha vida. Tudo isto adocicado e intercalado com o tanto que Deus me dá a cada dia, aqui e ali: numa música nova, num gesto de alguém, na sintonia com as minhas pessoas, a atenção e cuidado, na paz, no abrandamento a meio das semanas. Tento resumir, mas, ao mesmo tempo registar uma a uma o quanto Deus faz na minha vida. Torna a caminhada tão mais leve, mesmo eu, em certos momentos, sentir-me esmagada. É um processo. Chegarei, um dia, àquele minuto em que estarei debaixo de fogo e com uma sensação de leveza. Até lá, gosto de sentir que não estando onde gostaria, sei que já não estou no ponto onde estava. É uma sensação de Fidelidade e de Amor que Deus tem pela minha vida. Exige exercícios práticos diários de gratidão, sair da minha confort zone. E, acima de tudo, parar de murmurar para encher o meu coração de Gratidão. E o certo é que quanto mais vejo Deus à minha volta, mais elástico é o meu Amor pelas pessoas. E, às vezes, as escolhas têm de ser feitas. Escolho seguir o consenso entre a prática e teoria do Amor de Deus. Gratidão por estes 3 meses.

Natureza que inspira #20

Weekend*, em modo: Surpresas Bençãos!

*Sábado, era suposto acordar  com um tempo de inverno, bem parecido com o final do dia de 6.ª feira. Era suposto porque os senhores da meteo disseram. Era suposto, mas, a verdade é que acordei com uns raios de sol maravilhosos. Até fiquei meia zonza tal a troca das voltas. Gratidão por esta surpresa tão boa do Solzinho abençoado! Saí de casa rumo à minha mudança de cabelo (que cortadela levou o meu cabelo!). Depois, rumamos a um passeio do passadiço de Gaia. Sabem tão, mas, tão bem estes imprevistos na agenda. Graças ao regresso do Sol. Tão bom!
E sabe, ainda melhor, aproveitar os momentos que Deus me dá e sentir que cada dia mais já consigo identificar o momento e beber das bençãos que Deus derrama na minha vida. Aprendo e vivo hoje o que até à um tempo atrás não gozava. Mudança de coração que tanto agradeço ao Paizinho! Vivo... hoje, Vivo e posso crer no Amanhã que eterno! :) 
*Domingo, depois de um almoço a ouvir e ver a presença de Deus na vida de uma família, a Fé em acção, a amizade desde sempre, o carinho. Faz-me concluir que é este o lugar. Família em Cristo. No culto, para além de uma mensagem maravilhosa, com o tema sobre Igreja (dando respostas algumas questões que tinha no coração), também, fico sem palavras tais as mensagens proféticas que me dizem e confirmam coisas do coração. Algumas surpresas, mas, as mais importantes foi sentir confirmações quanto a rumos. Aos olhos de outros é sempre delicioso, sem dúvida!
Termino um fim-de-semana que fecha um trajecto que me era habitual à 2 anos e meio. Em Paz. Com confirmações e certezas. Sentir que os passos foram dados com sabedoria.
Dei inicio a um outro capítulo com dose extra de motivação, com surpresas, com alento para o coração. A certeza que outro caminho escolhido iria minar os meus relacionamentos. Muito mais leve, em Paz (o árbitro no meu coração quando preciso escolher um caminho, quando preciso tomar uma decisão).

sábado, 29 de março de 2014

#Challenge FB [4 semanas]

Hoje, sábado, 4 semanas sem FB. Esta imagem (via pinterest) reflecte ipsis-verbis o meu estado, este mês. Neste assunto FB Off, sinto-me assim: a caminhar sobre um manto de pétalas. E vejo a luz ali, no final, está quase... E fico a pensar que se não tivesse iniciado esta caminhada, não conheceria, hoje, as bençãos do Senhor nesta área. E, também, não saberia do que sou capaz nestas situações.
Gratidão.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Semana 12/52 [2014]

1. Domingo, passeio pela Marginal do Freixo - imagens e relato do dia.
2. Sintonia - Us & Nature.
3. Fechar o ciclo SNT - de um incómodo que já vinha desde à 1 ano. Esta semana, foi importante fechar um ciclo. Paz.
4. 4.ª semana sem FB e a sensação de leveza extra em outras áreas. Paz.
5. 6.ª feira, à noite - dia perfeito para um convívio descontraído, à volta da mesa com as minhas pessoas.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Spring {DIY}

 {lovely idea here}

The Olive Tree* [and me]

The olive tree is such a picture of why our hearts must go through the crushing times.
First, in order to be fruitful it has to have both the east wind and the west wind. The east wind is the dry hot wind from the desert. This is a harsh wind. So harsh that it can blow over green grass and make it completely wither in one day. (The east wind is also the one that blew over Job’s house.)
The olive tree needs both of these winds to produce fruit… and so do we. We need both the winds of hardship and winds of relief to sweep across our life if we are to truly be fruitful.
Another thing to consider about the olive tree is how naturally bitter the olive is and what it must go through to be useful. In October if you were to pick an olive from the tree and try to eat it, its bitterness would make you sick.

For the olive to be eatable, it has to go through a lengthy process which includes…
washing,
breaking,
soaking,
sometimes salting,
and waiting some more.

It is a lengthy process to be cured of bitterness.
The final thing I want to consider about the olive is not just how bitter it is, but also how strong and hard it is when picked straight from the tree.
Crushing is the way of preservation for the olive. It’s also the way to get what’s most valuable, the oil, out of the olive. Keeping this perspective is how we can be troubled on every side yet not distressed… pressed to the point of being crushed but not crushed and destroyed.
But here’s the thing I must remember as I think back about my time with the olive tree:
When the sorrowful winds of the east blow, I forget they are necessary.
When I’m being processed, I forget it’s for the sake of ridding me of bitterness.
And when I’m being crushed I forget it’s for the sake of my preservation.