segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
NoteBook para MPC
Gosto-gosto do meu novo caderno de apontamentos, para o MPC. Descobri, por um caso, na Staples. As fotos são Make Notes.
Notebooks&Agendas
Gosto! Gosto muito de papeis, notebooks e agendas. Para mim, é sempre um pretexto delicioso passar por uma loja e e comprar um caderninho (mais um!) para este assunto ou aquele. Tudo é pretexto para viajar pelo mundo dos cadernos e afins. Ontem, lá fui em busca de um caderno para o assunto MPC e trouxe à memória que a minha agenda 2014, pela primeira vez, está a ter um uso maravilhoso, desde 1 de Janeiro, neste meu combate a um lema antigo: começo e, passadas umas semanas, paro. Thanks, GTD! :)
Domingo, dia 9, almoço em família
Domingo - ao todo, à mesa, 13 pessoas (só faltou 1 por motivos de estudo) - queijo barrado no pão, prato de chili, a salada no pão (que eles gostam e eu aprendi a deliciar-me), leite creme e o café de cafeteira que tanto gosto. Os miminhos dos sobrinhos e saber que foi devolvida a oferta. Destas coisas maravilhosas da Fé. Termino o dia a ouvir a Palavra de Deus num estudo maravilhoso, contrariando o estado do tempo. À noite, assim que que cheguei ao meu refúgio foi quando começou o dito temporal.
Domingo - aquele dia que me encheu o coração, na sua simplicidade.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Semana 5/52 [Fevereiro 2014]
1. 90_10 - o 1.º mimo emails nesta imprevisibilidade dos dias (olá, olá mês 2!).
2. "Aos sítios onde vale realmente a pena ir na vida não se pode chegar por atalhos." - este pensamento trouxe-me à memória o atalho que estava prestes a seguir e que me ia trazer uma má colheita.
3. O bosque que nos impede de ver a árvore - esta motivação para o assunto 90/10:)
4. O mimo do FB (a propósito do 10.º aniversário) - trás à memória os pontos mais importantes da minha vida, desde 2009. Curioso, deste o ponto de viragem da minha vida, pela 3.ª vez!
5. Projecto 365 Gratidão - é uma delícia ver que um blogue que gosto imenso de seguir, faz referência a um projecto que mudou o meu modo de ver os dias que Deus me dá.
3. O bosque que nos impede de ver a árvore - esta motivação para o assunto 90/10:)
4. O mimo do FB (a propósito do 10.º aniversário) - trás à memória os pontos mais importantes da minha vida, desde 2009. Curioso, deste o ponto de viragem da minha vida, pela 3.ª vez!
5. Projecto 365 Gratidão - é uma delícia ver que um blogue que gosto imenso de seguir, faz referência a um projecto que mudou o meu modo de ver os dias que Deus me dá.
365 Grateful Project*
365 grateful »♥«
Guardo algum tempo, todos os dias, para pensar em quem e a quê me sinto agradecida nesse dia. Embora pareça inofensiva, esta prática simples, se conseguirmos converter em rotina, tem o potencial de iniciar uma reviravolta completa na nossa vida.
Reflectir todos os dias sobre aquilo por que nos sentimos gratos vai mudar a nossa atitude para com os outros e em relação ao que nos acontece. Proust disse: “Nada mudou, mas como eu mudei, tudo mudou.” Uma mudança de atitude implica, mais cedo ou mais tarde, mas indubitavelmente, uma mudança de vida. Matemática pura ao serviço da felicidade humana.
Se reflectir com maior frequência sobre todas essas coisas, pequenas ou grandes, pelas quais deve estar grato, viverá mais em paz consigo mesmo. Terá muito mais consciência de tudo o que recebe, começando pelo melhor presente de todos que é estar vivo, e essa consciência permitir-lhe-á viver sem medos, viver descontraidamente.
Porque não começar agora?
***
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Janeiro em fotos [telemóvel]
E é por este motivo que o registo fotográfico (lado a lado com o registo escrito) faz todo O Sentido...
Olho para estes últimos dias (semanas, vá!) de tanta chuva, inverno rigoroso e exigente, e parece que já andamos nisto à meses seguidos! É... até pode ser, mas, para além destes dias de inverno, o Paizinho tem-nos intercalado com dias maravilhosos de Sol. Ao ter passado as fotos para o pc, lembrei-me do meu estado de urgência em aproveitar uma manhã deliciosa no Parque da Cidade, num domingo em que fomos agraciados pelo Sol. Foi, exactamente, pela manhã, bem cedo (porque de tarde o tempo mudou) e recordo-me da importância de aproveitarmos os dias que Deus nos dá. Nunca sabemos como estará no dia seguinte. O dia ou nós.
Este meu Janeiro vai para a fornada dos meses em que tão absorvida pelo estado de sítio em que o meu Porto tem estado (tempestade no mar), assim como o meu estado interior, que me "esqueci" desses dias de luz e fui "salva" por este registo fotográfico. Não é diário (apesar de tentar que o seja), mas, captou a Graça de Deus nos meus dias de Janeiro.
Temporal
Por estes lados está um temporal (vento e chuva forte, nevoeiro,...). Olho pela janela, no trabalho, e agradeço a Deus o facto da minha profissão ser cá dentro. Resguardada deste tempo e livre dos transtornos que inevitavelmente são provados por este tempo. Até podia murmurar porque não vejo sol à dias, nem luz e o céu azul que tanto me dá energia, mas, estou grata! Mesmo grata... A minha oração, estes dias é em especial pelas vidas que são afectadas por este tempo. Necessário, é certo, mas, que não deixa de causar danos a vários níveis na vida das pessoas...
[fotos: Foz Velha_O Bairro Vivo]
Palavras da
Gi
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Good Morning, simple as that!
"Começar cada manhã bem, de bem com a vida e de pazes feitas com os dias (e as pessoas) cinzentos é também isto. Motivação é também isto, mudança (de perspectiva) é também isto. Gostar de quem somos é também isto, sem planos radicais, pressões de ordem social, opiniões que em nada acrescentam bem-estar à nossa vida, à pessoa que somos."
[às 9]
90/10 [ou, do bosque que nos impede de ver a árvore*]
O bosque impede-o der ver a árvore?
A vida não acontece numa foto de satélite, mas sim nas rugas da pele. O problema é o mesmo: o bosque impede-nos de ver a árvore. Ficamos com a imagem do satélite e com o número da estatística, e esquecemo-nos dos pormenores e das excepções. A vida não se passa nas fotos de satélite, mas sim no pormenor, nas rugas na pele. Cuidado com as expressões e com os pensamentos demasiado amplos. Do tipo "As pessoas são...", "Como há uma crise..." ou "Toda a gente faz isso". De cada vez que ouço um, dispara-me um alarme; são um terreno fértil para a criação de dispersões, distracções e erros.
O mapa não é o território. O nosso conhecimento do mundo está radicalmente afectado pela linguagem que usamos e pela sua estrutura. Mas, ainda assim, a linguagem não é a realidade.
Quando ouvir uma frase demasiado generalista, aplique-lhe a regra do um (não há pelo menos uma excepção a esse princípio?) e pergunte-se se essa afirmação não o está a impedir de ver a árvore.
Há sempre mais possibilidades do que aquelas em que acreditamos resume esta ideia de que, por vezes, o bosque não nos deixa ver a árvore.
FB 10th Birthday
O FB fez 10 anos de existência e como mimo para os utilizadores, fez esta aplicação, tendo como base as nossas publicações, desde a nossa entrada nesta rede social.
Na minha opinião, o FB prima por estas iniciativas que revolucionam este tipo de rede. Não é por acaso que se mantém, à 10 anos, batendo outras redes do género (Hi5 ou orkut). Eu, utilizo, acima de tudo para manter o contacto com pessoal que não vejo à anos e que pela distância não é possível o convívio. Utilizo porque é o único meio internet que uso como chat (à excepção do gmail). Utilizo porque acaba por ser o único meio onde me mantenho actualizado nas mais diversas áreas.
Bem, mas, isto tudo para dizer que achei um mimo esta aplicação que retrata a minha vida FB desde a minha entrada na rede (2009 - curioso, este foi um ano de viragem na minha vida, pela 3.ª vez!). Mimo porque a maior parte das minhas publicações são sobre doces e citações (muito pouco publico sobre a minha vida particular e em alguns assuntos não publico nada), e mesmo assim, esta aplicação filtrou alguns pontos-chave da minha vida. Interessante porque numa única foto que publiquei, no que diz respeito à minha vida pessoal, foi escolhida pela aplicação. A música de fundo, também, é uma delícia. Gostei deste presente do FB!
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Rainny days
Estes dias têm sido assim: literalmente, chuva! e ela nunca vem sozinha... trás consigo o sr. vento (para mim, aquele que causa maiores estragos) e a sra. trovada. mas, desde que me conheço, gosto dela, mesmo assim... Ontem, no quarto parei quietinha várias vezes só para a ouvir. Sempre gostei do som que dá imensa paz e tranquilidade. Obriga-me a parar, a buscar o meu refúgio e eu caseira como sou, vejo sempre nela o pretexto ideal. Hoje, o final do dia vai pelo mesmo caminho.
Aos sítios que vale a pena ir - não chegar por atalhos!
No caminho, às vezes faz sol e às vezes chove. Às vezes há situações de escassez e outras vezes de abundância. A vida é composta por luz e trevas, calor e frio. Embora pareça que cada vez entendemos menos este facto e queremos ficar apenas com o sol e o calor, a realidade é que sempre houve e sempre haverá situações em que as coisas acontecem como desejamos e outras em que não. Desfrutar do caminho é imprescindível em ambos os casos.
Conseguir resultados é importante. Não, é importantíssimo. Definir metas e resultados é o que nos move como indivíduos e como sociedade. É o requisito necessário, ainda que não suficiente, para alcançarmos a felicidade. Aproveitar o caminho é obrigatório se quisermos levar uma vida plena. E no trajecto iremos encontrar de tudo, pessoas e situações que nos agradam e outras que nos desagradam. A solução é perceber que ambas fazem parte do caminho. Compreender o preço do caminho que queremos percorrer e estarmos dispostos a pagá-lo é uma das poucas condições que a vida nos exige para podermos desfrutar da viagem. Cada estrada tem um preço. Por isso, informe-se minuciosamente da portagem que lhe será aplicada nessa por onde pretende viajar e depois pergunte-se se a pagará com prazer. E não me refiro apenas ao preço económico. Se não estiver disposto a pagar, a viagem não valerá a pena, e essa viagem é a sua vida...
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"Aos sítios onde vale realmente a pena ir na vida não se pode chegar por atalhos."
"Aos sítios onde vale realmente a pena ir na vida não se pode chegar por atalhos."
[às 9]
90/10 - keep on stepping
A estrada nem sempre é visível, o caminho é estreito e pouco visível. foco e perseverança são importantes, mas, no meu caso, sair da zona de conforto, olhar um pouco para fora do copo é imprescindível. Deixar de dar os passos previsíveis pode, nem sempre, ser o melhor. Talvez Deus me esteja a ensinar que sair da zona de conforto, com confiança nEle é a melhor opção.
Ontem, percebi um pouco desta tal coisa que os outros falam: o melhor está sempre no impossível, naquela estrada mais imprevisível. Essa, trás as melhores surpresas. E, no limite, percebo o quanto Deus me mostra o quão capaz sou!
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Semana 4/52 [2014]
1. Que maravilha este lembrete, preocupação que tenho vindo a sentir e corrigir (a importância de dizer Não!), na perspectiva de outros. O significado de, às vezes, ter de fugir das situações que não edificam.
2. Start 90/10.
3. O furo no pneu - nas provas dos dias, gosto de sentir a máxima: "atribulada mas não angustiada".
4. A contra-proposta: a dificuldade na escolha do caminho aumenta, sem dúvida! Mas, o que retenho é este valor sem medida que Deus demonstra por mim. Reflecte uma caminhada difícil, mas, nesta mês 1, vejo o que Deus me ensina quanto ao tal inside out. E a colheita é proporcional à plantação. Sempre.
5. Quando semeio os problemas, acho tremendamente maravilhoso o modo como Deus me livra deles... É o Seu Amor e Misericórdia, vá...
2. Start 90/10.
3. O furo no pneu - nas provas dos dias, gosto de sentir a máxima: "atribulada mas não angustiada".
4. A contra-proposta: a dificuldade na escolha do caminho aumenta, sem dúvida! Mas, o que retenho é este valor sem medida que Deus demonstra por mim. Reflecte uma caminhada difícil, mas, nesta mês 1, vejo o que Deus me ensina quanto ao tal inside out. E a colheita é proporcional à plantação. Sempre.
5. Quando semeio os problemas, acho tremendamente maravilhoso o modo como Deus me livra deles... É o Seu Amor e Misericórdia, vá...
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
a graça da revelação e a graça da capacitação.
Tendo em conta este assunto, preciso é mesmo disto:
"O mesmo vale no conhecimento de Deus. A luz é a revelação de Deus. Se Deus não se revelar, você jamais será capaz de conhecê-lo.
...para conhecermos a Deus precisamos de duas graças: a graça da revelação e a graça da capacitação. Precisamos que Deus se revele e que Ele nos capacite a ver e entender sua revelação.
Isso é inteligência humilhada. Reconhecer nossa total incapacidade de conhecer a Deus sem sua graça."
Quando semeio os problemas #2
"Os problemas que semeamos crescem e voltam às nossas mãos. É melhor não semear problemas do que ter que lidar com o seu amargo retorno."
[El-Shaddai]
*
Quando me apercebo quão misericordioso Deus é, no modo como me alerta (e livra!) dos problemas que eu semeio, percebo o quão limitada e não apto estou para lidar, por minha conta e risco, com os assuntos que Deus coloca nas minhas mãos.
Quero resolver as situações pendentes na minha vida, ao meu jeito, no meu tempo, por achar que Deus está a demorar muito a resolver.
Passado um tempo, começo a ficar incomodada com "algo", Deus trás ao meu coração e mente o "algo" e, muito na dúvida, e a sentir que o caminho é o tal, lá tomo a decisão que acho ser a mais correcta. Na minha perspectiva (limitada) a decisão prendeu-se com o motivo B, contudo, passado umas semanas, percebo que o motivo era o A.
Incrível, só passado uma semana percebo que o tal incómodo, provocado por Deus, foi outro livramento de ter que lidar com um amargo retorno. Os actos sem reflectir nas consequências a longo prazo, a mão de Deus em me livrar dos perigos provados por mim.
À semelhança de outras áreas, também, nesta percebi a minha limitação humana, os passos que dou quando o meu eu quer resolver os assuntos pendentes. O perigo que a impaciência provoca nas minhas acções. O perigo que a minha angustia provoca na minha falta de confiança no modo como Deus está a governar os meus assuntos.
Cuidado, alerta para o que semeio porque a colheita pode ser muito amarga.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Mulher Confiante*
Às vezes, a falta de confiança em mim, é consequência da minha baixa auto-estima. Não saber se um caminho é O Caminho, aquela sensação de ter que decidir, pedir conselhos humanos e não conseguir obter resposta - "diz-me o que devo fazer!". Depois, percebo que O único conselheiro - único mesmo! - é o Paizinho (em algumas áreas - aquelas em que Deus nos entregou, um dia lá atrás, para cuidar) ninguém está apto a ajudar-me a não ser Ele. A Sua Palavra diz-me a decisão a tomar, mas, o impasse é: "será que é a melhor decisão? e se a decisão correcta está naquele caminho e não neste? é melhor voltar atrás e corrigir o caminho? e se? e se? e se????"
Depois de muitos diálogos com o Paizinho lá tomo a decisão. No momento, ainda vem a dúvida, mas, passado um tempo vem a Paz. A certeza que o caminho escolhido é o melhor. Não fecha um capítulo, mas, dá-me mais oportunidades de dar o melhor. Passado uns dias, percebo que a Confiança em mim (as capacidades que Deus me deu) é o que Deus tem trabalhado em mim. É preciso prática, casos práticos para este (e outros) traço ser desenvolvido e entranhado. Tão simples, mas, tão necessário para a tomada e firmeza nas decisões. Confiança em Deus e, por conseguinte, em mim!
[*título de um dos brilhantes livros de Joyce Meyer]
You are the only one who gets to decide what you’ll do with your time*
Look around you — look at where you live.
“Where we live — space isn’t something that we had.”Where we live — space for new visions isn’t something that we had.
Where we live — space for new ideas of ministry, new dreams of being, new ways of living, isn’t something that we had.
Who has space to invite the neighbours over for dinner, invite a new dream to the front of the line, invite a new habit into lives that are so full, they already teetering on stilts over water?
Where we live — space isn’t something that we had, time isn’t something that we have.
God gives us everything we need for space — but we will have tomake space.
God gives us all the ingredients for time — but we will have to maketime.
God gives us everything we need to live — but we will have to make a life.
No one just gets space.
No one just gets time.
God gives you the raw materials — but you will have to make your life.
So your space won’t look normal, and so your space won’t be comfortable, and so your space won’t be standard or steady or safe.Make your space and play anyway.
You don’t have to know if you have what it takes.
You just have to know that you will take what you’ve been given andmake something of that.
You are the only one who gets to decide what you’ll do with your time.
[Ann Voskamp]
[photos: pinterest]
À atenção dos dias de angústia.
*"O Senhor lutará por vocês; tão-somente acalmem-se". [Êxodo 14:14]
God will do the battle for you. You just do the breathing in Him.
para os dias em que parece faltar o ar, de tão sufocantes que são.
para os dias em que os pendentes parecem não deixar de o ser à tanto-tanto tempo.
para os dias em que a paciência está por um fio e impaciência parece ganhar lugar.
para os dias em que a lista das tribulações parecem maiores que o bençãos.
para os dias em que é difícil olhar para lado bom da vida.
para os dias em que o inimigo, tenta, a todo custo dizer que é impossível ultrapassar as muralhas que se levantam a cada passo.
simplesmente, à atenção dos dias Não!
As certezas nas decisões, escolhas, mudanças.
Há um preço a pagar quando se dá um salto para o vazio. Em acreditar nalguma coisa que é desconhecida, em algo que, por muitos estudos, equações ou conjecturas que façamos, não sabemos se irá dar certo. (...) Se nada existe como certo, aquilo que podemos fazer é gerir a imponderabilidade de não sabermos como será o amanhã. Podemos escolher, mas isso apenas nos oferece a hipótese de, na incerteza entre uma opção e outra, garantirmos a melhor escolha face às possibilidades. (...) Existencialmente, a angústia gerada pela obrigatoriedade de termos de escolher apenas consegue ultrapassar-se aceitando a incerteza. Aceitando que a maioria das circunstâncias da nossa vida estão fora do nosso controlo. Assumindo que a escolha que fizemos não foi a mais adequada. Arcando com a responsabilidade do fracasso, encarando-o como uma oportunidade de fazermos melhor. Neste processo, aquilo em que precisamos de acreditar, para começar, é em nós mesmos. A partir daqui é mais simples acreditar que todos os saltos no desconhecido que demos contribuem para o nosso crescimento e realização. Só tendo fé em nós mesmos ficamos disponíveis para absorver e criar todas as possibilidades, ao invés de nos colocarmos do lado das limitações. (às 9)
A certeza trás consigo uma enorme persistência e energia para atingir objectivos, cumprir os propósitos de vida, rumar à concretização de sonhos. Trás, também, confirmação que às vezes, é importante dar um passo atrás para ajustar a rota. Esse ajuste trás novas ideias (90/10), energia dobrada, perseverança reforçada e dose extra de motivação.
Às vezes, se no momento, as escolhas não nos parecem tão acertadas, trás angústia, é certo, mas passado um tempo... ahhh.. o tempo, vem a Paz que transcende o entendimento. E aí confiamos na Certeza. Tudo porque (quase) tudo foge ao nosso controle, assumo a escolha, arco com a responsabilidade e sei, a partir daí sei que fazer o melhor está nas minhas mãos. É uma oportunidade que Deus me dá de fazer melhor. Acreditar, confiar, Fé. Sempre a Fé no Paizinho que tudo faz em mim e através de mim.
A Proposta [parte 2]
Posso dizer (nesta última semana do mês 1) que o meu Janeiro é pautado por Surpresas: uma proposta e uma contra-proposta (esta sem saber da outra).
Hoje, esta segunda parte "dificulta" a escolha do caminho a seguir, vai directa para as mãos do Paizinho!
Contudo, não posso deixar de me sentir em modo abençoada tal é o valor que Deus demonstra pela minha vida. Proposta e contra-proposta que muito espelham uma caminhada interior que se reflecte no exterior. E se, a certa altura, achei um desgaste, um esforço, uma exaustão em certas alturas. Hoje, mediante estes dois cenários apresentados, só posso estar Grata ao Paizinho por nunca ter desistido de mim. Porque a caminhada deve ser sempre em modo: inside out! A colheita é sempre proporcional à plantação. Sempre. E o modo como plantamos é nos dado como livre-arbítrio pelo Paizinho.
Gosto, gosto muito desta liberdade de escolha nas minhas decisões, no meu caminho. Na integridade com que trilho o meu caminho, no modo como planto e nas colheitas que advêm dessa plantação.
Olho para o meu passado e sinto-me feliz com as escolhas feitas. O meu Presente, nesta área em particular, assim o diz. Gratidão, Paizinho!
Palavras da
Gi
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Furo no Pneu, ou, "atribulados, mas não angustiados"*
ontem, à noite: furo no pneu.
local do furo: antes de entrarmos na auto-estrada.
percepção e paragem: saída da auto-estrada, num local de estacionamento.
tempo: chuva miudinha e forte, durante a viagem. tempo na altura da reparação: chuva miudinha e a certa altura parou.
equipamento: falta de algum.
help: papito e o seu super equipamento.
ânimos: rir, percepção do quão agraciados fomos naquela circunstância, calma, paz interior.
resultado: mudança de pneu em total segurança e eficácia, com tranquilidade.
Gosto de sentir o modo como Deus agracia [aquela Graça que não merecemos!] as nossas vidas, naqueles timings imprevistos, que fogem ao nosso controle e cujo desfecho-benção só é mesmo possível pela Graça de Deus. Com essa certeza, tudo correu bem. Tudo corre bem.
*"Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados."
[2 Coríntios 4:8]
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