Como é hábito, o fim-de-semana começou 6.ª feira, pós-laboral, com
jantar em casa do lindão loiro, no jantar preparado com imenso amor, por isso, foi uma noite abençoada.
Sábado, dia a
atacar até inicio da tarde e seguimos para um
passeio à beira-mar/rio do lado de Gaia. Passando pelo
Douro Marina (que não conhecia!), ver
os pássaros no seu habitat e mais uns passos até bem longe... somou à volta de 1h30 a pé! Tão bom. Terminar o dia em
jantar-convívio com a falmelga também é muito bom, à volta da mesa, com um prato simples mas muito bom (massa com carne).
Domingo, a manhã foi em
sossego no Parque da Cidade, a ler um livro que devorei em 2 dias -
Aceita e Sorri - amei! Tremendo exemplo de fé, perseverança e muito amor na luta, de uma criança de 4 anos (e a mãe), contra uma grande adversidade da vida. Depois do
almoço tardio com a famelga correr para
Ligados e o culto abençoado (gostei muito de mais uma aprendizagem com Jó) e voltar à famelga para terminar o dia.
Depois de uma 2.ª feira de trabalho e a saúde a fazer das suas, foi um bálsamo a 3.ª feira, feriado, passado na vila. No meio da horta, do almoço contra a anemia, ainda houve tempo para partilha de emoções do passado. Sem contar, faz bem à alma saber com quem podemos contar, aqueles que longe de pensar que Deus um dia nos colocaria na nossa vida. Aqueles com características muito especiais e que preenche as lacunas no nosso eu. Não sei bem como se explica esta perfeita sintonia de personalidades, de corpo, de família, em que uns completam os outros. As imperfeições, as faltas que ficaram pelo caminho da vida, impostas pela adversidade, são um dia, preenchidas por outros que têm as características exactas do que estava em falta. Nem sempre o sabemos, a não-vivência faz-nos, muitas vezes, ser ignorantes das nossas maiores necessidades, do que na realidade nos torna completos. Aí temos o Paizinho que nos conhece melhor que nós próprios e sabe o que é melhor para nós. Aqui temos o Paizinho que trás até nós as pessoas que vão preencher as lacunas na nossa vida. Perceber essas pessoas, aceitar e sorrir. Ahh... sorrir porque o Paizinho quando dá é com Excelência.
No meio disto tudo, é muito curioso pensar que muitas coisas vivem no nosso interior e não são expostas por medo da reação de terceiros, o que um dia passamos é demasiado precioso para ser partilhado. E, quando esse momento chega, sem nos apercebemos, sabemos que Deus respeitou na integra o nosso coração, um Deus de Amor, conhece a nossas dores. Conhece-me. Gratidão. Gratidão. Gratidão ♥