“E sucedeu que, nos dias em que os juízes julgavam, houve uma fome na terra” [Rute 1:1]
Por causa da fome na terra de Belém, Elimeleque, como tantos outros da mesma região e na mesma altura, teve que emigrar, à procura de oportunidades para ter uma vida melhor. Teve que sair da sua terra com a sua família. Emigrar não fazia parte dos seus planos, mas as circunstâncias obrigaram-no a isso. Muitos de nós fazemos planos, ou melhor, gostamos de fazer planos para as nossas vidas. Estabelecemos e imaginamos horizontes de conquista, de chegada e de realização. Todavia, uma coisa que aprendemos da existência humana – e que o livro de Rute nos apresenta de modo tão claro – é que muitas vezes os nossos planos são alterados por causa de acontecimentos e circunstâncias que não podemos controlar. Por vezes, esses eventos forçam-nos a novos rumos, a outras experiências de vida, umas vezes gratificantes, outras, não. Fazemos planos e alimentamos sonhos e esperanças, mas é importante que tenhamos uma atitude flexível para ajustarmo-nos ao fluir das circunstâncias. O rio da vida assemelha-se por vezes mais a um rápido que a uma corrente serena. E quando entramos nesses rápidos da existência, precisamos de sabedoria e de capacidade para nos ajustarmos, seguirmos a corrente sem todavia nos deixarmos vencer por ela, dispondo-nos a lutar para não nos submergirmos nas correntes das circunstâncias. Importa, nessas alturas, não desistir, não entregarmo-nos ao desespero, mas, sim, confiar em Deus e acreditar que Ele irá dirigir os nossos passos com toda a segurança. E quando parecer que já não temos forças para lutar contra as correntes violentas, confiemos que Ele será o nosso socorro e que nos levará ao nosso destino." [Hoje, aqui]
Por causa da fome na terra de Belém, Elimeleque, como tantos outros da mesma região e na mesma altura, teve que emigrar, à procura de oportunidades para ter uma vida melhor. Teve que sair da sua terra com a sua família. Emigrar não fazia parte dos seus planos, mas as circunstâncias obrigaram-no a isso. Muitos de nós fazemos planos, ou melhor, gostamos de fazer planos para as nossas vidas. Estabelecemos e imaginamos horizontes de conquista, de chegada e de realização. Todavia, uma coisa que aprendemos da existência humana – e que o livro de Rute nos apresenta de modo tão claro – é que muitas vezes os nossos planos são alterados por causa de acontecimentos e circunstâncias que não podemos controlar. Por vezes, esses eventos forçam-nos a novos rumos, a outras experiências de vida, umas vezes gratificantes, outras, não. Fazemos planos e alimentamos sonhos e esperanças, mas é importante que tenhamos uma atitude flexível para ajustarmo-nos ao fluir das circunstâncias. O rio da vida assemelha-se por vezes mais a um rápido que a uma corrente serena. E quando entramos nesses rápidos da existência, precisamos de sabedoria e de capacidade para nos ajustarmos, seguirmos a corrente sem todavia nos deixarmos vencer por ela, dispondo-nos a lutar para não nos submergirmos nas correntes das circunstâncias. Importa, nessas alturas, não desistir, não entregarmo-nos ao desespero, mas, sim, confiar em Deus e acreditar que Ele irá dirigir os nossos passos com toda a segurança. E quando parecer que já não temos forças para lutar contra as correntes violentas, confiemos que Ele será o nosso socorro e que nos levará ao nosso destino." [Hoje, aqui]