Mostrar mensagens com a etiqueta Blogesfera. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Blogesfera. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

FB [2010]

[a rever a cronologia da minha página FB, trouxe à memória alguns episódios desde que me iniciei nessa rede social, desde Agosto 2010!]

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Dos presentes (natalícios e não só!)

a semana entre o natal e o ano novo é das mais calmas e reconfortantes do ano. andamos todos mais devagar, metade da cidade de férias, vemos a família, estamos sempre mais perto dos amigos. parece que tudo corre num ritmo mais calmo e mais sereno. por contraste, os dias antes do natal cada vez me irritam mais. a correria pelos presentes torna a época uma desenfreada loucura entre jantares, lojas e viagens. pior, é a contabilidade das prendas: damos porque também nos dão, ou porque temos de dar, ou porque todos vão dar.. whatever. a mim, que gosto de simplesmente dar, agradeço cada vez que não recebo nada em troca. porque a troca, em si, estraga toda a intenção. aliás o que gosto mesmo é dar quando não é suposto. sem qualquer motivo aparente, apenas porque me apetece.
mas mais que o gesto, importa verdadeiramente o conteúdo. para mim, são três motivos que me fazem oferecer alguma coisa: saber que quem vai receber a prenda quer muito aquilo (e aqui entram todos os sapatos no caso feminino); ou, poder partilhar algo que gostei muito - um filme, um livro, um sítio - com alguém que sei que também vai gostar; ou, por último, o mais importante - dar algo que represente o que me liga a essa pessoa. podem ser ofertas mais simples, ou mais elaboradas, mas que fixem sempre na memória algum momento, intenção ou decisão da vida. pode ser um fio, se tiver uma medalha com os nossos nomes, pode ser um livro, se tiver aquele texto que nos ligou, pode ser uma viagem, se significar algo que foi, ou vai ser, memorável.
importante no meio de tudo isto é saber escolher o momento certo para dar. sim, porque na maioria das vezes o melhor presente do mundo, entregue na altura errada, não faz sequer sentido. assim, por mais frio e calculista que possa parecer, os presentes a sério devem ter um tempo muito bem pensado. por exemplo, quando nos damos a alguém, temos de saber marcar o ritmo. perceber que do outro lado, por mais que se queira, ou se anseie pela oferta, nem sempre a vida, a cabeça, ou até o coração estão prontos, ou com tempo, ou com espaço para receber.
dar, não coisas, mas nós próprios, não é tão simples como parece. não basta entregar tudo e dizer: toma lá e aproveita - isto sou eu todo para ti. não. não é inundar o outro de provas de amor e carinho. pelo contrário, é ter o esforço, a paciência e a compreensão para saber dar na medida certa do que a outra pessoa pode receber. e aí sim, estamos a dar, não tudo, mas o melhor de nós..
**

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Let yourself be loved by Him. Count all the ways He loves you and Live!*

I HAD to count all my gifts — had to.
To keep me ‘here‘.”

Live! Live! C’mon, we need you to LIVE! The runt’s opened her begging mouth and I can feel her in my hand — I can feel her every warming swallow. I can feel her belly warming. Drink.
When you are dying of thirst, passively reading about water quenches little; the only way to be quenched is to actually get a cup and drink. We have to do more than read and think and plan, we’ll have to do something.
You’ve got to open up your mouth and swallow.
You’ve got to taste and see He’s good
God isn’t asking us to earn His love.
He’s simply asking us to turn towards His love.
You’ve got to taste His love.
You’ve got to grab a pen and count gifts. You’ve got to look for the glory and hunt for the grace and seize beauty in ugly and laugh brave and defiant in the dark and you can lose everything but nothing can steal Jesus and He is enough and you have got. to. live."
[*holy experience]
***
{quando estou naqueles dias, naquela fase que me sinto à procura das bençãos diárias de Deus na minha vida, afinal, não é loucura essa busca! é necessária, é importante a fim de sentir o amor que Ele tem por mim, nos dias mais turbulentos. faz todo o sentido.}

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Mudanças, hábitos, zona de conforto #2

'Ninguém avança pela vida em linha recta. Muitas vezes, não paramos nas estações indicadas no horário. 
Por vezes, saímos dos trilhos. Por vezes, perdemo-nos, ou levantamos voo e desaparecemos como pó. 
As viagens mais incríveis fazem-se às vezes sem se sair do mesmo lugar. 
No espaço de alguns minutos, algumas pessoas vivem aquilo que um mortal comum levaria toda a sua 
vida a viver. 
Alguns gastam um sem úmero de vidas no decurso da sua estadia cá em baixo. 
Alguns crescem como cogumelos, enquanto outros ficam inelutavelmente para trás, atolados no caminho. Aquilo que, momento a momento, se passa na vida de um homem é para sempre insondável. 
É absolutamente impossível que alguém conte a história toda, por muito limitado que seja o fragmento da nossa vida que decidamos tratar.'

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

7 Details to See in Your Past*

"There is not such a pleasant history for you to read in all the world as the history of your own lives, if you would sit down and record from the beginning hitherto what God has been to you, and done for you; what evidences and outbreakings of his mercy, faithfulness, and love there have been in all the conditions you have passed through." (The Mystery of Providence, 118)
*

1. See God’s care for you. 
We should know, and feel, that God cares for us (1 Peter 5:7) — and looking back on our lives will bear this out even if those memories bring more nightmare than nostalgia. There is certain to be pain, and maybe even the tiniest thought still hurts, but look for the Father’s care. It is there. Look for how he brought you through when all hope seemed lost, when your trouble seemed insurmountable, when miserable circumstances seemed to suffocate your faith. He brought you through — is bringing you through.
2. See God’s wisdom for you. 
Consider those instances when delightful results came by the most unlikely means. It’s those times when, in the moment, you never saw them turning out the way they did. They could have been different, and it all feels so fragile now. One decision or opportunity turned another way would have meant you missing out on blessings now. Sometimes it’s even the smallest things. We weren’t even sure what we were doing, but God knew and he got it right.
3. See God’s grace for you. 
If God’s wisdom uses unlikely means for our good, his grace is that we would receive any good at all. We see, on one hand, how things could have turned out. And on the other hand, we see how they should have turned — and would have apart from God’s grace. We do not deserve the least of his mercies and he has withheld none. In fact, he will show us the boundlessness of his grace toward us for all eternity (Ephesians 2:7).
4. See God’s humility for you.
Think about answered prayer. Think about the wonder that God hears you, that his ear is always ready to bend down for you. He has never been too distracted that he can’t attend to your simplest plea, however imperfect it is. He listens toyou — your praise, your complaints, your tears, your cynicism — all with marvelous patience.
5. See God’s goal in all your provisions. 
See that God’s aim in providing for you has been your transformation, not your ease. The toils and snares through which he has brought you haven’t been for your earthly comfort so much as your eternal good. His goal is to make you like Jesus, and that he will do (Romans 8:29; Philippians 1:6).
6. See God’s goodness in comfortable stuff. 
Comfort is not God’s goal, but that doesn’t mean we should begrudge it. Consider God’s goodness in things like a warm house in subzero temperatures, or a succulent meal when you’re hungry, or even the most seemingly non-spiritual things like Smartwool socks and dark-roast coffee. See them, as Flavel writes, “appointed to refresh you in your way to far better and great mercies than themselves. The best mercies are still reserved for last, and all these are introductive to better” (130).
7. See Jesus Christ as the way of God’s mercy to you. 
Every detail of God’s goodness to you has come through the blood of Jesus. Look back on these providences and remember that you’ve earned none of them. They come by Jesus, or they don’t come at all. His cross is the most vivid demonstration of God’s love for us, and every little good we’ve seen has flowed from that glorious fountain. It did yesterday, and it will tomorrow."

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O sustento de Deus nas provações, tal e qual!

"as provações são o melhor trampolim para melhor conhecer o Deus que tenho e testar e fortalecer a minha fé. No meio da forte tribulação e tristeza aprendi que há coisas que só na escuridão e até solidão, Deus nos ensina e mostra e que é possível ter real alegria quando as atravessamos. Porque há coisas que precisam fazer ligação directa com o nosso coração para nós as entendermos verdadeiramente. Cristo é realmente suficiente quando tudo e todos à nossa volta falham e o nevoeiro de adensa à nossa frente. Também é aí que a verdadeira esperança nasce e a presença reconfortante e fiel de Deus se manifesta de uma forma incrivelmente bela. Só nEle me devo firmar e em ninguém mais.
A minha não cabe em palavras pela forma como Deus nos guiou, tirando do deserto e levando a um lugar de águas vivas. Como transformou o caos interior em ordem e voltou a dar energia aos fios quebrados. A redescoberta da Sua Palavra que satisfaz de forma perfeita e a direcção segura do Seu Espírito, em graça e misericórdia para com um coração aflito fazem o meu ser cantar. Receber respostas há muito pedidas e verificar que mesmo se Deus não me tivesse respondido continuaria a ser bom. Saber então que foi gracioso, mais uma vez, e que como sempre, a Sua voz se fez ouvir no tempo exacto."
[reflexão completa num dos meus blogues favoritos]

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Sometimes the little wins lead to bigger wins*

* "The Impact of Little Wins
For years I had a bigger goal of wanting to get up earlier so I could have some alone time to read and write while my family was in bed. It wasn’t until I allowed myself a little extra comfort in my house that I realized it was easier to get out of bed when I knew I wasn’t going to be freezing all morning.
Pay attention.
Recently I’ve noticed another tweak I need to make so I can better meet my goal of having time to read and write in the morning.
I love a cleared off table and even though we’ve lived in this house for four months, I don’t have a true place for my morning companions. I often hurriedly put away my pens, highlighter, journal, Bible and whatever books I’m currently reading all in different places–in one drawer here, this one doesn’t fit in that drawer so I need to put it back in the bedroom, my favorite pen rolls under the sofa so I tell myself I’ll get it later only to forget about it for three weeks. You get the idea.
I’m making life difficult for myself.
I’ve noticed that every morning I have to hunt and gather before I can simply settle and be prepared to read. It’s a self-inflicted deterrent to reaching my goal. I’m now working through different ideas to see what works best to keep all my morning stuff together. I’ve moved an extra little side table in the room so I can keep my morning stuff on it without cluttering the coffee table and I may try to put my morning companions in a woven decorative bag to house my little routine in one pretty and easy to find place.
Sometimes the little wins lead to bigger wins.
Instead of focusing on huge daunting tasks, sometimes I just like to be aware of how I’m making life more difficult for myself and making tweaks on the ground level. It’s surprising how those little things can often lead to bigger things." (full text here)
***
{Aqueles textos que podiam ter sido escritos por mim, em jeito de reflexão sobre o ano que finda hoje! Tão verdade o impacto que as pequenas vitórias conduzem às grandes vitórias. Trago à memória, por exemplo, os meus passos para a disciplina diária de leitura da Palavra - bíblia, diário de oração, estojo com canetas e lápis, moleskine, diário gratidão - em que todas estas ferramentas têm de estar bem perto de mim, assim que o despertador toca, às 6.50. Pequenos passos, gestos que tive de prestar atenção para facilitar a minha caminhada rumo ao meu grande objectivo - estudo da Palavra diariamente. Reparei que se não tivesse em atenção estes pequenos comportamentos, o meu cérebro, assim que ouvia o despertador, desligava-o e virava o outro, por não me querer levantar para reunir as ferramentas de estudo.
Em vez de me focar no grande objectivo, às vezes, é preciso ter a percepção de como a minha rotina pode ser alterada com os pequenos gestos.
É, de facto, surpreendente como essas pequenas coisas podem conduzir às Grandes Coisas!!! Porque, na verdade, é esta a minha Grande Vitória de 2013, da qual estou babadinha de orgulho e motivação para limar outras que seguem em 2014:)}

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

How to Move Forward into the New Year… when you feel like you failed the last year*

"Sometimes it’s not the moving forward that is the hardest — it is to keep moving forward.

Well…. do I tell you that this last year was the year I didn’t lose 10 pounds, forgot every morning for. a. year. to exercise, didn’t finish reading the Bible, failed to write what I really wanted, never got the basement backroom gutted, rammed about in the same ruts on rinse and repeat, only read half as many books to the kids as I’d planned, and missed living up to what I’d named this year?
Regardless of how shiny any life looks like from the outside, the honest and the Lord look on the bare heart. We all are failures — at least the honest of us are.
How in the world do you step hopeful into the next year when you tripped messy through the last year? How do you stand brave with all the smiling rest and ring in the new year when the old year still feels a bit like a millstone around the neck? What if everyone else is making New Year’s resolutions and you just want New You solutions?
Hope waits. It always does. But when the silence is so expansive it’s awkward and her fear hasn’t shrunk small, Hope does what she has to and she reaches out her hand for the piano and finds that first note. I can see — her fingers shaking.
“So you forgot some notes! Fear and old habits and people pressure and your own interior playlist can do that — to all of us. But! When the piece started to fall apart? You fell forward, Hope. You didn’t fret about the music behind you — you focused on the next bar.”
“We are all going to botch it some days. We all sometimes get the notes wrong. But the song only goes wrong — when we keep thinkingback to the wrong notes.
“When a piece starts to fall apart — fall forward. Fall forward into the next bar. Moving forward is what makes music.“
And I sit there at the end of the year, on the end of the bed before the sock drawer with a lapful of holey, mismatched socks, and I can hear it, these notes that I might wear like a habit.
Failing? What feels likes losing is really gaining experience. Forward!
Falling apart? Fall into whatever. comes. next. Forward!
Fearful? Fear is always the first step of faith. Forward!
Whenever you are lost, forward is always the way Home.
And in a fallen world, I fall forward into a New Year, and I fall forward into Christ’s safe arms and it is safe to trust. He is safe to trust.
“Moving forward is what makes music. And that list that you’re running around in your head? Of all that you got messed up and wrong in the last year? That ain’t the list to be playing,..
“And the real list that you need on replay is that gratitude list — that list of all His gifts in the last year. Playing the list of God’s gifts is what makes music….” 
“And the truth is: Your New Year doesn’t need to-do lists like it needs to-God-be-the-glory lists!“

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Paciência na Espera.

"Esperar requer colocar a paciência em acção. É depositar nas mãos do Deus do universo todas as coisas, da mais banal à mais complexa, sabendo que, quando o fazemos, nunca é em vão e nunca permaneceremos no mesmo estado inicial. Na espera somos moldados e preparados para receber o que Ele nos dará. No ritmo de Deus aprendemos a depender exclusivamente dEle, a verdadeiramente confiar e adorá-Lo. A espera tem também o propósito de trazer glória a Deus em toda a situação e encher o nosso coração de gratidão. A esperança nasce! Ele virá em nosso auxílio! Entretanto, a segurança de Lhe pertencermos é suficiente.
"...se esperamos o que não vemos, com perseverança o aguardamos." Rom. 8:25"
*
[estas palavras vêem como refrigero para o meu coração]

Na caminhada.

"Ao longo do caminho, uma pessoa descobre-se (e surpreende-se) mais versátil do que supunha ser.  E mais forte e impermeável (qb) a muita coisa. Trabalhar o equilíbrio entre querer ser sempre melhor (pessoa, acima de tudo) e nunca esquecer que até as maiores e mais robustas árvores da floresta nascem do chão. Interiorizar que a humildade é uma característica dos fortes. E a resiliência também.
Manter o foco, por mais difícil que pareça. E há dias que parece missão impossível. Há demasiado ruído. Não permitir que os dias (e as pessoas) cinzentos apaguem a certeza de que são a paixão e o entusiasmo as atitudes que movem montanhas, mudam opiniões, criam sonhos, devolvem esperança, renovam fé.
Mesmo que tropecemos umas quantas vezes na vida, e o normal é tropeçarmos, é na queda que percebemos a consistência da nossa força, o limite da nossa resistência, a capacidade de perdoar (e de nos perdoarmos), e como a vida pode ser deliciosamente surpreendente quando simplificamos, relativizamos e nos tornamos impermeáveis (qb) a tudo o resto." [às 9]

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dos sentimentos difíceis de explicar.

"...sinto em determinados momentos um sustento que não se explica, os sentimentos dão-se numa sequência difícil de explicar por palavras, as contrariedades superam-se uma a seguir à outra, há momentos em que vêem novas e parecem momentaneamente intransponíveis, e depois existe uma certeza inabalável de que não há nada que nos possa derrubar ao ponto de perdermos a esperança. O dia novo torna a nascer e trás sempre revelações novas e surpreendentes... há alguém que nos carrega em oração." [coisas que me comovem?]
{a propósito deste episódio e deste, nos últimos dias. está explicado, portanto! e todo esse vendaval de sentimentos que comovem num dia só.}

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Natureza que inspira #5 [Outono]

*
mas que delícia: hoje, a caminho do trabalho, fiquei com pena por não ter uma máquina fotográfica digna de registo das cores das árvores que estão totalmente em modo Outono! Que cores maravilhosas.
e, ainda maior delícia é: chegar ao trabalho e ver em alguns cantinhos na net o tal registo! que imagens deliciosas.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Reminder: do better!


“When I was 17, I read a quote that went something like: 
“If you live each day as if it was your last, someday you’ll most certainly be right.” 
It made an impression on me, and since then, for the past 33 years, I have looked in the mirror every morning and asked myself:
“If today were the last day of my life, would I want to do what I am about to do today?” And whenever the answer has been “No” for too many days in a row, I know I need to change something." Steve Jobs

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Inspiração para os [re]começos!

"Gosto de dias de Outono com frio e sol (...) Gosto destes dias que começam cedo (tão cedo) como hoje, são sinónimo de disciplina (e trabalho). (...) Gosto de sentir a força necessária para fazer novas escolhas e criar um ritmo de vida diferente. Gosto de me rodear de pessoas que me fazem e querem bem. gosto de saber usar da ponderação e da intuição para me afastar de todas as outras. Gosto de pessoas. e de pessoas que gostam, genuinamente, de outras pessoas que não elas mesmas. Gosto de acreditar que tenho a capacidade de continuar a sonhar porque passo do sonho à acção. Porque dou corpo e voz aos meus sonhos e não desisto por nada. gosto desta força impulsionadora que se chama felicidade. E que é um risco. E uma escolha. E muitas vezes aquilo que nos trava, que nos faz hesitar na hora de dar o passo decisivo para a mudança (seja ela de que natureza for) chama-se preguiça. outras vezes chama-se opinião dos outros. E tantas outras (muitas, muitas outras) medo. Muito medo de ser verdadeiramente feliz. Porque dá muito mais trabalho querer ser estupidamente feliz. Ir à luta e não desistir por nada desta felicidade simples.
Gosto de ter um porto seguro que me inspira a ser uma melhor pessoa todos os dias." [às 9]
***
{e este meu porto seguro, o Paizinho, que me inspira, me motiva a cada dia a ser feliz. A Sua Palavra me diz e o meu hoje, afirma!}

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Pinterest

descobri mais esta invenção de alguém [quem inventa estas distracções na internet?!]!!!
um dia destes, a investigar aqui e ali, descobri onde posso alojar todas as imagens tãoooo lindas que vou vendo pela internet infinita... perco-me é certo! ahhhh, mas, que bom é ter um cantinho das imagens que tanto gosto de ver vezes sem conta. inspira-me, motiva-me. gosto muito!

Esperança

"Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura. Essa intimidade perfeita com o silêncio. Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado de pequenos absurdos, essa capacidade de rir à toa. Resta essa distracção, essa disponibilidade, essa vagueza de quem sabe que tudo já foi como será no vir-a-ser. Resta essa faculdade incoercível de sonhar, de transfigurar a realidade, dentro dessa incapacidade de aceitá-la tal como é, e essa pequenina luz indecifrável a que às vezes os poetas dão o nome de esperança. Resta esse constante esforço para caminhar dentro do labirinto, esse eterno levantar-se depois de cada queda, essa busca de equilíbrio no fio da navalha, essa terrível coragem diante do grande medo, e esse medo infantil de ter pequenas coragens." - Vinicius de Moraes
[aqui]

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

domingo, 15.04.2012

"Às vezes só precisamos de um pequeno empurrão da vida [de Deus, diria eu!] para perceber, de uma vez por todas, que o caminho que tentávamos [teimosamente] trilhar não é o certo.
E então, precisamos arregaçar de novo as mangas e voltar à estaca zero. Porque não? "Há os que se queixam do vento. Os que esperam que ele mude. E os que procuram ajustar as velas." Eu aposto nesta última hipótese (...) O resto é o trabalho de todos os dias. E quanto a isso: no complaints!"
[aqueles textos que poderiam ter sido escritos por mim.]