2015 já vai no fim... mas, nunca pensemos que já não há nada a fazer no tanto que gostaríamos de mudar (em nós). Arregaçar as mangas, mãos ao trabalho, passo de Fé porque Deus está no controle do barco. Temos de fazer a nossa parte, sempre! O Paizinho fará, a Seu Tempo, o que é melhor para cada um de nós.
Este ano, tem sido assim... passos de Fé. Pasmar, parar, desmotivar, levantar, arregaçar as mangas e continuar. E, dá-me a sensação que cada vez que me levanto o Milagre é ainda maior, vem em espécie bola de neve-benção. Normalmente, lembramo-nos: "ahhh... aconteceu-me isto e, para piorar, lá veio isto... tudo junto!" Pois, e quanto às bençãos? Aquelas esmagadoras que vêem ao mesmo tempo. Uma espera pela outra.
Chega o tão esperado dia. Pensamos que vamos reagir com extrema euforia. Mas, a tranquilidade vem em primeiro lugar. É uma euforia interior que se exterioriza de um modo contido. Também, gosto deste sentimento. Ajuda-me a digerir melhor a imensidão da benção.
Lia aqui:
"Aprender a perder bagagem. Deixar coisas para trás, colocar as que não conseguimos resolver nas mãos de Quem tudo pode, confiar as que não sabemos a Quem conhece com detalhe e tem uma visão perfeita de todas as coisas. Largar para conseguirmos continuar e correr."
Ahh... largar para conseguirmos continuar a correr. É exactamente isso. Daí gostar tanto desta estação e, ontem, foi o que senti. Senti que estava a deixar para trás algo grandioso, mas, necessário para correr mais leve... muito mais leve!
Chega o tão esperado dia. Pensamos que vamos reagir com extrema euforia. Mas, a tranquilidade vem em primeiro lugar. É uma euforia interior que se exterioriza de um modo contido. Também, gosto deste sentimento. Ajuda-me a digerir melhor a imensidão da benção.
Lia aqui:
"Aprender a perder bagagem. Deixar coisas para trás, colocar as que não conseguimos resolver nas mãos de Quem tudo pode, confiar as que não sabemos a Quem conhece com detalhe e tem uma visão perfeita de todas as coisas. Largar para conseguirmos continuar e correr."
Ahh... largar para conseguirmos continuar a correr. É exactamente isso. Daí gostar tanto desta estação e, ontem, foi o que senti. Senti que estava a deixar para trás algo grandioso, mas, necessário para correr mais leve... muito mais leve!