Devorei, em poucos dias, um livro que me emprestaram "O Céu existe mesmo". Devorei porque se há Lugar que eu sempre estive [estou e estarei, enquanto estiver por cá... LOL] ansiosa por conhecer é o Céu. [Estou a ler, agora, pela 2.ª vez! Isto, porque, é importante digerir tudo...] Numa linguagem estranhamente simples, ouvem-se imensas teorias [nem todos acreditam ser verdade, claro!] e tudo o que tem a ver com Deus é em babysteps que absorvo, porque se há Voz que respeito é a de Deus [o meu Paizinho] e se algo é falsamente d'Ele no que leio e vejo, desvasta-me totalmente [por isso, às vezes, nos assuntos mais melindrosos da minha vida, tenho que silenciar vozes externas - de terceiros - a fim de ouvir melhor a Voz de Deus].


Por ser um Lugar que eu anseio conhecer, suscitou a minha curiosidade como é óbvio e no final, fiquei com a sensação que "é exactamente assim que eu penso que o meu Lugar é! É assim que eu penso que o Paizinho me trata, aqui na Terra!", descrito por uma criança de 4 anos! O Amor de Jesus [por cada um de nós], a Paz Celestial, os Anjos lá e aqui em nosso redor, o estar aninhada no colinho bom do Paizinho cada vez que estou em sofrimento. Mas, o que me deixou em "pulgas" foi ele dizer que vê [reconhece] as pessoas que já partiram... E o pai dele, à medida que vai ouvindo a experiência do filho, vai enquandrando bíblicamente.
Lembro-me de, às vezes, comentar com alguém que queria mesmo ir para o Céu, até porque lá sofrimento e dor não existem. Esse alguém ficava sem palavras! A verdade, é que não pondo em causa a veracidade deste testemunho, a minha vontade triplicou. Triplicou com uma Esperança acrescida. É como se o Paizinho me dissesse "Contínua a tua caminhada aí, porque aqui, espera-te este Lar:)".
* Ver entrevista a Todd Burpo [pai de Colton - menino que esteve no Céu]